Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Exportação

Suíno para o Japão

Nova rodada de negociação entre Brasil e Japão acontecem essa semana para abrir o mercado à carne suína in natura de SC.

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Suíno para o Japão

A semana será de nova rodada de negociação entre Brasil e Japão para abrir o mercado à carne suína in natura de Santa Catarina, único estado brasileiro livre de febre aftosa sem vacinação. Os secretários de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura (Mapa), Francisco Jardim, e de Relações Internacionais, Célio Porto, embarcaram domingo e se reúnem na sexta-feira com autoridades sanitárias daquele país.

A intenção é acertar a vinda de uma missão japonesa ao Brasil neste primeiro trimestre. O país é o maior importador mundial do produto e compra cerca de 4 bilhões de dólares por ano. Desde 2010, o Japão fez duas avaliações do sistema sanitário nacional, questionou informações e recebeu esclarecimentos. De acordo com o diretor de Mercado Externo da Abipecs, Rui Vargas, as 15 indústrias do setor em solo catarinense, como as demais no país, estão estruturadas e em condições de exportar àquele país.

Paralelamente, o serviço veterinário brasileiro aguarda um encontro com a Rússia para discutir ajustes nos certificados sanitários de setores como carnes, material genético, bovinos vivos e lácteos. Durante a Semana Verde neste mês, em Berlim, na Alemanha, Jardim e Porto estiveram com o chefe do Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária da Rússia, Serguei Dankvert. Desde julho do ano passado, os russos passaram a integrar a União Aduaneira composta por Bielorrússia e Cazaquistão. O bloco econômico adotará um certificado sanitário único a partir de janeiro de 2012, o que pode demandar alterações.

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