Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Exportação

Missão japonesa no BR

Santa Catarina recebe missão japonesa para liberar exportação de carne suína entre os dias 28 de agosto e 03 de setembro.

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Missão japonesa no BR

Abertura do mercado japonês pode dobrar a produção do segmento no Estado. Entre os dias 28 de agosto e 3 de setembro, Santa Catarina recebe uma missão técnica oficial do Governo do Japão para auditar o sistema sanitário na produção de suínos. Único Estado brasileiro livre de febre aftosa sem vacinação, Santa Catarina espera há mais de 30 anos a abertura do mercado japonês para a exportação de carne suína, o que pode dobrar a produção do setor. Atualmente o Japão é o país que mais importa carne suína no mundo, em um total de 1,3 milhão toneladas/ano e é o que melhor paga por esse produto.

O governador Raimundo Colombo e o presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Enori Barbieri, vêm mantendo contato com o Governo do Japão para realizar a visita e, posteriormente, formalizar o acordo de exportação da carne suína catarinense. Atualmente o Estado produz 750 mil toneladas/ano de carne suína, exporta 250 mil para outros países, e tem um consumo interno de 500 mil, metade destes apenas para o mercado catarinense.

Etapas – De acordo com Enori Barbieri, algumas etapas do acordo já foram cumpridas, como a aprovação de Santa Catarina pela Organização Internacional de Epizotias (OIE), com sede em Paris e que determina normas de comércio internacional sanitário. “Cada país importador, além da aprovação da OIE, exige sua auditoria particular ou pessoal.” Apesar disso, o presidente da Cidasc faz a ressalva de que o Estado liberado não significa que o negócio já está feito. “A partir do momento que SC estiver apta a vender para o Japão são necessárias as missões internacionais e os entendimentos comerciais entre as empresas catarinenses e japonesas.”

Expectativas – Ainda em função dos problemas com o tsunami, o Japão passa por dificuldades de abastecimento, e a expectativa do governo é que ainda em 2011 sejam exportadas cerca de 100 mil toneladas. “Esperamos conquistar de 30% a 40% do mercado japonês, que corresponde algo em torno de 400 mil toneladas/ano, o que nos daria a oportunidade de dobrar a produção de carne suína” explica Barbieri. Como as exigências sanitárias da Coréia, terceiro país importador no segmento (400 mil t/ano), são as mesmas do Japão, espera-se que a abertura do mercado coreano também seja facilitada. A Rússia, segundo país importador de carne suína (750 t/ano), já é atendida por Santa Catarina.

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