Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Exportação

Missão japonesa no BR

Santa Catarina recebe missão japonesa para liberar exportação de carne suína entre os dias 28 de agosto e 03 de setembro.

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Missão japonesa no BR

Abertura do mercado japonês pode dobrar a produção do segmento no Estado. Entre os dias 28 de agosto e 3 de setembro, Santa Catarina recebe uma missão técnica oficial do Governo do Japão para auditar o sistema sanitário na produção de suínos. Único Estado brasileiro livre de febre aftosa sem vacinação, Santa Catarina espera há mais de 30 anos a abertura do mercado japonês para a exportação de carne suína, o que pode dobrar a produção do setor. Atualmente o Japão é o país que mais importa carne suína no mundo, em um total de 1,3 milhão toneladas/ano e é o que melhor paga por esse produto.

O governador Raimundo Colombo e o presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Enori Barbieri, vêm mantendo contato com o Governo do Japão para realizar a visita e, posteriormente, formalizar o acordo de exportação da carne suína catarinense. Atualmente o Estado produz 750 mil toneladas/ano de carne suína, exporta 250 mil para outros países, e tem um consumo interno de 500 mil, metade destes apenas para o mercado catarinense.

Etapas – De acordo com Enori Barbieri, algumas etapas do acordo já foram cumpridas, como a aprovação de Santa Catarina pela Organização Internacional de Epizotias (OIE), com sede em Paris e que determina normas de comércio internacional sanitário. “Cada país importador, além da aprovação da OIE, exige sua auditoria particular ou pessoal.” Apesar disso, o presidente da Cidasc faz a ressalva de que o Estado liberado não significa que o negócio já está feito. “A partir do momento que SC estiver apta a vender para o Japão são necessárias as missões internacionais e os entendimentos comerciais entre as empresas catarinenses e japonesas.”

Expectativas – Ainda em função dos problemas com o tsunami, o Japão passa por dificuldades de abastecimento, e a expectativa do governo é que ainda em 2011 sejam exportadas cerca de 100 mil toneladas. “Esperamos conquistar de 30% a 40% do mercado japonês, que corresponde algo em torno de 400 mil toneladas/ano, o que nos daria a oportunidade de dobrar a produção de carne suína” explica Barbieri. Como as exigências sanitárias da Coréia, terceiro país importador no segmento (400 mil t/ano), são as mesmas do Japão, espera-se que a abertura do mercado coreano também seja facilitada. A Rússia, segundo país importador de carne suína (750 t/ano), já é atendida por Santa Catarina.

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