Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 64,51 / kg
Soja - Indicador PRR$ 132,58 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 140,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,61 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,28 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,86 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,98 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,26 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 136,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 145,63 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 150,31 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 128,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 140,59 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.375,69 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.311,07 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 146,98 / cx
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Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 140,92 / cx
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Exportação

Déficit de US$ 584 milhões

De acordo com o MDIC, Brasil exportou US$ 5,121 bilhões na quarta semana de setembro, ante US$ 5,705 bilhões em importações.

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Déficit de US$ 584 milhões

As exportações, na quarta semana de setembro, com cinco dias úteis (19 a 25), foram de US$ 5,121 bilhões, com média diária de US$ 1,024 bilhão. A média é 11,9% inferior a que foi registrada até a terceira semana do mês (US$ 1,162 bilhão).

Neste comparativo, houve redução nas vendas de produtos semimanufaturados (-18,2%), com maiores quedas no açúcar em bruto, celulose, semimanufaturados de ferro/aço e óleo de soja em bruto. Entre os básicos (-15,1%), as principais retrações foram em minério de ferro, petróleo em bruto, soja em grão, carne de frango e suína, fumo em folhas, milho em grãos e minério de cobre. Para os manufaturados (-5,4%), os produtos que mais baixaram foram automóveis de passageiros, autopeças, açúcar refinado, aparelhos para terraplanagem, polímeros plásticos, veículos de carga e tratores.

As importações, na quarta semana de setembro, foram de US$ 5,705 bilhões, com resultado médio diário de US$ 1,141 bilhão. Houve aumento de 22,5% sobre a média registrada até a terceira semana (US$ 931,3 milhões), com crescimento nos gastos de combustíveis e lubrificantes; equipamentos mecânicos; automóveis e partes; químicos orgânicos e inorgânicos; adubos e fertilizantes; farmacêuticos; e plásticos e obras. 

Com isto, a balança comercial semanal registrou déficit de US$ 584 milhões, com média diária negativa de US$ 116,8 milhões. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) totalizou US$ 10,826 bilhões, com média de US$ 2,165 bilhões por dia útil.

Mês

Nos 16 dias úteis de setembro, as exportações somaram US$ 17,897 bilhões, com média diária de US$ 1,118 bilhão. O resultado das vendas externas foi 24,7% superior na comparação com a média de setembro de 2010 (US$ 896,8 milhões) em razão do crescimento das exportações nas três categorias de produtos.

Neste comparativo, os semimanufaturados (34,8%) com maior aumento foram óleo de soja em bruto; semimanufaturados de ferro e aço; ouro em forma semimanufaturada; couros e peles; açúcar em bruto e celulose. Entre os básicos (31,7%), os embarques que se destacaram foram de soja em grão, milho em grão, café em grão, fumo em folhas, petróleo em bruto, minério de ferro e carne de frango. Polímeros plásticos; máquinas e aparelhos de terraplanagem; tratores; partes de motores para veículos; autopeças e veículos de carga tiveram os maiores crescimentos entre os manufaturados (11,7%).

Já em relação à média diária de agosto deste ano (US$ 1,137 bilhão), as exportações tiveram redução de 1,7%, com baixa nas vendas de produtos semimanufaturados (-8,1%) e manufaturados (-2,2%), enquanto que os produtos básicos apresentaram crescimento de 0,6%.

As importações do período chegaram a US$ 15,949 bilhões e registraram média diária de US$ 996,8 milhões. Houve aumento de 17,9% na comparação com a média de setembro do ano passado (US$ 845,5 milhões), com elevação de gastos, principalmente, de adubos e fertilizantes (98,4%); combustíveis e lubrificantes (45%); cereais e produtos de moagem (41,7%); plásticos e obras (18,2%); químicos orgânicos e inorgânicos (17,6%); borracha e obras (14,5%); veículos automóveis e partes (11,4%); e aparelhos eletroeletrônicos (11,2%).

Em relação à média de agosto de 2011 (US$ 845,5 milhões), as importações aumentaram 2,9%, sendo os principais produtos: cereais e produtos de moagem (35,2%); combustíveis e lubrificantes (19,5%); produtos farmacêuticos (8,9%); aeronaves e peças (7,4%); e químicos orgânicos e inorgânicos (4,8%).

O saldo comercial de setembro está superavitário em US$ 1,948 bilhão (média diária de US$ 121,8 milhões). A média diária do saldo no mês está 137,2% superior a de setembro do ano passado (US$ 51,3 milhões) e 27,7% menor que a de agosto deste ano (US$ 168,4 milhões).

A corrente de comércio do mês alcançou US$ 33,846 bilhões (resultado diário de US$ 2,115 bilhões). Pela média, houve aumento de 21,4% no comparativo com setembro do ano passado (US$ 1,742 bilhão) e alta de 0,4% na relação com agosto último (US$ 2,106 bilhões).

Ano

De janeiro à quarta semana de setembro deste ano (184 dias úteis), as vendas ao exterior somaram US$ 184,611 bilhões (média diária de US$ 1,003 milhão). Na comparação com a média diária do mesmo período de 2010 (US$ 770,4 milhões), as exportações cresceram 30,2%. As importações foram de US$ 162,703 bilhões, com média diária de US$ 884,3 milhões. O valor está 26,2% acima da média registrada no mesmo período de 2010 (US$ 700,7 milhões).

No acumulado do ano, o saldo positivo da balança comercial já chega a US$ 21,908 bilhões, com o resultado médio diário de US$ 119,1 milhões. No mesmo período de 2010, o superávit era de US$ 12,827 bilhões, com média de US$ 69,7 milhões. Pela média, houve aumento de 70,8% no comparativo entre os dois períodos. A corrente de comércio soma, em 2011, US$ 347,314 bilhões, com média diária de US$ 1,887 bilhão. O valor é 28,3% maior que a média aferida no mesmo período no ano passado (US$ 1,471 bilhão).

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