Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,91 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,48 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,42 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,40 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,91 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 4,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 147,34 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 145,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 166,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 169,09 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 138,33 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 157,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,16 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.342,67 / t
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 169,69 / cx
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Agronegócio

Exportações do agronegócio devem continuar firmes

Desempenho exportador do agronegócio brasileiro no período de recuperação após os 13 meses da crise de commodities é bom.

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Exportações do agronegócio devem continuar firmes

Tem sido muito bom o desempenho exportador do agronegócio brasileiro no período de recuperação após os 13 meses da crise de commodities que se seguiram a setembro de 2008.

Nos últimos 12 meses (outubro/2010 a setembro/2011), o valor das exportações do agronegócio chegou a US$ 85 bilhões, com aumento de 33,6% ante outubro/2009 a setembro/2010.

Contribuíram para isso os aumentos médios de 25,9% nos preços em dólares pagos aos exportadores e de 6,1% nos volumes exportados.

Em volume, os mercados seguem crescendo significativamente, mas a evolução dos preços tem sido a força dominante para a expansão da receita do agronegócio.

O crescimento econômico dos principais países importadores tem viabilizado a absorção da produção, mesmo a preços bem maiores. Já a alta de preços é mais provavelmente um subproduto do enorme crescimento da liquidez mundial, disponível a baixas taxas de juros, que favorece o uso de instrumentos financeiros por instituições como bancos, seguradoras, fundos de pensão etc.

Os preços em dólares das principais commodities brasileiras tiveram altas expressivas nos mercados internacionais: café, 56%; carne bovina, 28%; açúcar, 27%; e soja em grão, 20% (também no comparativo dos últimos 12 meses com os 12 anteriores).

Durante esse mesmo período, no mercado doméstico houve valorização real de 15% da moeda nacional em relação ao dólar americano.

Embora não haja vinculação direta entre preços ao exportador e ao produtor, os movimentos havidos em ambos são consistentes.

Por exemplo, os produtores nacionais dessas commodities tiveram, no período, seus preços reais aumentados em aproximadamente 45% para o café, 16% para a carne bovina, 16% para o açúcar e 10% para a soja. 

Ao longo de 2011, os mercados externos seguem firmes, refletindo-se até setembro na aceleração dos preços médios recebidos pelos exportadores brasileiros que, em dólares, estiveram 30% acima dos mesmos meses de há um ano. Embora continuem em alta, a partir do final de setembro, desaceleração importante ocorreu nos preços do suco de laranja, da soja, do café e do açúcar. 

Tais preços são bastante influenciados pelas Bolsas internacionais, onde, em setembro, ocorreu baixa de 14% para a soja, 10% para o açúcar e 21% para o café. Não se observa qualquer sinal claro de generalização ou agravamento desse quadr

A menos que a crise internacional alcance limites extremos, com reduções significativas nas taxas de crescimento econômico da China e de outros importantes consumidores, o cenário esperado é de preços médios relativamente altos para os produtores brasileiros.

Geraldo Barros é professor titular da USP/Esalq e coordenador científico do Cepea/Esalq/USP.

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