Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 153,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,27 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,13 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,24 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.536,73 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,51 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 126,99 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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Exportação

Sem garantias

Importação de carne suína pela África do Sul depende de visita técnica. País frustrou as expectativas e não garantiu a reabertura de seu mercado.

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Sem garantias

A África do Sul frustrou as expectativas e não garantiu a reabertura de seu mercado à carne suína brasileira. Como informou o repórter especial Sergio Leo, em reunião realizada nesta terça-feira em Pretória o ministro sul-africano de Comércio e Indústria, Rob Davies, afirmou ao ministro brasileiro Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) que a concessão de licenças para a retomada desse comércio está praticamente autorizada. Mas, como admitiu Pimentel, a efetiva reabertura ainda depende da avaliação de missão técnica que será enviada pelo governo da África do Sul ao Brasil. Em troca dessa reabertura, os sul-africanos têm interesse em expandir suas exportações de vinho ao mercado brasileiro – “swine for wine”, como definiu Davies.

“É inacreditável que uma visita de nível presidencial não consiga resolver uma grave injustiça que a África do Sul pratica contra um setor do Brasil. A questão não é técnica. Trata-se de claro protecionismo totalmente injustificado”, afirma Pedro de Camargo Neto, presidente da Abipecs, associação que representa os exportadores de carne suína do país.

A África do Sul barrou o produto brasileiro em 2005, última vez em que foram registrados casos de febre aftosa em bovinos no Brasil, e se mantém irredutível até agora, ao contrário da grande maioria dos mercados que impuseram embargos há seis anos. Nesse contexto, cresce a expectativa de que o Brasil manifeste hoje sua preocupação com o impasse na Organização Mundial do Comércio (OMC). O tema está na agenda do Comitê de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias do órgão.

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