Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,96 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,06 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,56 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,42 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.348,29 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,43 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Economia

Greve barrou entrada em julho de R$ 4,5 bi em mercadorias

Setores mais afetados foram os de alimentos, eletrônicos e fármacos; governo afirma não ser possível medir impacto.

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Greve barrou entrada em julho de R$ 4,5 bi em mercadorias

O atraso na operação de portos e aeroportos em razão de greves e protestos de servidores da Receita, Anvisa, PF e Ministério da Agricultura impediu R$ 4,5 bilhões em mercadorias (11% do total) de entrarem no país em julho.

A estimativa é da AEB (Associação Brasileira de Comércio Exterior), baseada em dados do governo. Os setores mais afetados são os de alimentos, fármacos e eletrônicos.

A greve da Receita é apontada como uma das principais causas, mas, segundo o órgão federal, a operação-padrão de auditores não provocou “impacto significativo”.

O ministério diz que greves afetam as importações, mas não é possível isolar o impacto de efeitos da crise externa.

Segundo José Augusto de Castro, presidente da AEB, há ao menos 150 navios parados nos portos, o que gera custo diário de até US$ 40 mil cada um. “É um custo que pode ser repassado ao consumidor.”

O presidente do Centro da Indústria do Amazonas, Wilson Périco, estima que o atraso na importação de insumos causa prejuízo à Zona Franca de Manaus de 10% do seu faturamento diário -cerca de R$ 464 milhões desde julho.

Frigorífico

Os frigoríficos esperam a volta à normalidade após o STJ (Superior Tribunal de Justiça) determinar ontem que fiscais agropecuários mantenham 70% do efetivo trabalhando. Eles são responsáveis pelo controle, fiscalização e inspeção sanitária e

industrial de produtos de origem animal para exportação.

Ontem, armazéns de grandes empresas estavam lotados, o que ameaçava a continuidade das operações e o abate de animais na próxima semana, caso a paralisação dos fiscais continue.

Um frigorífico tinha 400 contêineres nos armazéns ontem. Nos portos, o atraso era de três a quatro dias. “Espero que a decisão do STJ force um acordo entre grevistas e governo”, diz Francisco Turra, presidente da Ubabef (entidade de produtores e exportadores de carne de frango).

Anvisa

A Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) disse que a Anvisa não cumpriu liminares obtidas pela entidade para liberar produtos farmacêuticos retidos em locais fiscalizados pela agência.

Segundo a Firjan, “dezenas de empresas estão com linhas de produção paradas e empregados ociosos”. Diz, ainda, que há medicamentos, vacinas e material radiológico retidos no aeroporto do Galeão.

A Folha não conseguiu ouvir ninguém da Anvisa ontem à noite.

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