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Economia

Mercosul puxou AL para baixo este ano, mas deve acelerar em 2013

Forte queda no ritmo de crescimento das economias do Brasil e da Argentina impediu um melhor desempenho do continente.

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Mercosul puxou AL para baixo este ano, mas deve acelerar em 2013

A forte queda no ritmo de crescimento das economias do Brasil e da Argentina impediu um melhor desempenho da América Latina. A recuperação econômica nesses dois países, porém, deve fazer com que a região cresça bem acima da média mundial no ano que vem, previu a Comissão Econômica para América latina e Caribe (Cepal), em seu “Balanço Preliminar”.

O aumento no Produto Interno Bruto (PIB) latino-americano e caribenho deve ser de 3,1% neste ano (4,3%, se excluídos Brasil e Argentina), e, para 2013, a previsão de crescimento é de 3,8%, com a recuperação do setor agrícola argentino e da indústria brasileira, e um relativo dinamismo no consumo interno dos demais países, caso os EUA evitem uma nova recessão e a China volte a crescer suavemente.
 
A Cepal estima em 1,2% o crescimento brasileiro em 2012 e em 4% no ano que vem, quando, preveem os economistas da comissão, o Brasil deverá ficar acima da média regional, de 3,8%, e superar o México, Venezuela, Equador e Costa Rica, todos com 3,5% previstos de aumento do produto Interno Bruto.

Em 2012, porém, o Brasil ficou bem atrás não só dos países com economias abertas e livre mercado como de países com governos fortemente intervencionistas, como Venezuela, Equador e Bolívia. Seis países terão crescimento acima de 5% neste ano: Panamá, Peru, Chile, Venezuela, Costa Rica e Bolívia.

O coeficiente médio de investimento (formação bruta de capital fixo) entre os países na região chegou a 22,9% do Produto Interno Bruto, a percentagem mais alta desde 1981, mas a queda no ritmo desse indicador no Brasil e Argentina, países que representam mais de 40% do PIB regional, impediu que os investimentos fossem o principal fator de crescimento na América Latina e Caribe neste ano.

A taxa de investimento do Brasil, de 19% do PIB, é muito inferior à de países como Colômbia, Peru e Chile, com taxas que vão de 21% a 23%, disse o secretário-executivo-adjunto da Cepal, Antônio Prado. Ele rejeitou, porém, a tese de que as intervenções governamentais na economia foram uma das principais razões de retração dos investidores. O longo período com o real valorizado e a forte mudança de preços relativos com a recente desvalorização elevou custos das indústrias, o que tem efeito negativo no curto prazo, avaliou. “Em médio e longo prazos os efeitos serão positivos; no último trimestre o crescimento dos investimentos já está próximo de 4%”, comentou.

Em 2012, as exportações da região cresceram discretamente, 1,6%, principalmente com alta dos volumes exportados, já que as cotações das principais commodities de exportação latino-americanas caíram. O Brasil foi o único, entre os principais países, a ter queda tanto nos preços quanto nos volumes de seus principais produtos exportados. Com a retração dos mercados externos, o crescimento na região foi puxado pelo consumo interno, facilitado pelo manejo das políticas monetária ou fiscal, e pelo consumo público. Venezuela e Equador estão entre os que mais recorreram ao gasto público para sustentar a economia. Em 2013, porém, a Cepal prevê queda no ritmo de crescimento desses dois países, respectivamente de 5,3% para 2% e de 4,8% para 3,5%.

Em geral, o investimento na América Latina se concentrou nos setores de construção civil e comércio, mais que na compra de máquinas e equipamentos. Os governos evitaram medidas de contenção de consumo e crédito e países com regimes de metas de inflação, como México e Peru deixaram os índices temporariamente acima dos limites superiores das metas.

Os países da América Latina, na maioria, souberam resistir à crise, mas o impacto foi diferenciado, conforme os principais mercados de cada país e seus principais produtos de exportação. As vendas da região à União Europeia caíram 4,9% e à China, 0,9%; mas subiram 1,4% entre os próprios países latino-americanos e 4,8% para os EUA (o que beneficiou especialmente o México, economia mais ligada ao desempenho americano).

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