Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,94 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,61 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,99 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,45 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,00 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.453,63 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,88 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Alimentos

Preços altos dos alimentos beneficiarão países em desenvolvimento

Para especialista, maiores retornos permitirão aos produtores adotar novas tecnologias.

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Preços altos dos alimentos beneficiarão países em desenvolvimento

A conjunção de preços elevados dos alimentos, custos de frete mais baixos e tecnologias melhores cria uma oportunidade importante para agricultores dos países em desenvolvimento aumentarem os seus rendimentos e lucros, projetou o líder da equipe de finanças agrícolas e gestão de risco do Banco Mundial, Marc Sadler.

No fim do ano passado, representantes do Banco Mundial haviam dito que o mundo não poderia suportar que uma situação de preços altos e voláteis dos alimentos se tornasse corriqueira. No entanto, Sadler apontou os benefícios aos produtores de nações mais pobres dos valores elevados dos alimentos e das tendências favoráveis para a agricultura. “Os maiores retornos da agricultura permitirão aos agricultores adotar novas tecnologias, entrar em novos mercados e se afastar da subsistência e da pobreza”, afirmou. Apesar de alguma redução da demanda devido aos preços altos, Sadler destacou que o consumo global de grãos para alimentação humana e animal continua fortalecido, especialmente na Ásia.

O executivo afirmou ainda que muito cedo para fazer previsões sobre a qualidade da oferta de grãos neste ano, já que a maioria das lavouras está em desenvolvimento na América do Sul e em dormência na América do Norte e Europa. No entanto, devido aos problemas de produção que os mercados de grãos enfrentaram no ano passado – como a seca nos EUA e em países da antiga União Soviética – Sadler ponderou que o risco de aperto no abastecimento persiste, porque há estoques que ainda não foram repostos.

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