Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Economia

Excelência da Suinocultura Catarinense agrada mercado do Japão, produtores esperam resultados

O ano de 2013 iniciou com uma esperança maior.

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Excelência da Suinocultura Catarinense agrada mercado do Japão, produtores esperam resultados

O setor produtivo de suínos respira com cautela desde o início da crise que está presente há mais de cinco anos, afetando a rentabilidade e colocando em risco a sobrevivência dos suinocultores na atividade. A falta de remuneração incentivada pela redução considerável dos preços pagos, e a elevação incontrolável do custo de produção, agravou-se em 2012. Sem perspectivas estáveis, centenas de produtores desistiram da suinocultura e o Brasil assistiu de olhos abertos a falência do setor produtivo, responsável por fomentar a base da economia de muitos municípios catarinenses e brasileiros.

O ano de 2013 iniciou com uma esperança maior, o mercado reagiu pouco diante da redução do plantel devido à crise, mas os produtores que persistiram acreditaram no potencial e na excelência da produção em Santa Catarina. Hoje, a situação ainda é complexa, pois as dívidas destes produtores começam a vencer e como não houve a justa remuneração do mercado para a venda de suínos, o pagamento está comprometido. Desde a última sexta-feira (24/05), a suinocultura catarinense passou a acreditar um pouco mais na sobrevivência do setor. A notícia da autorização da compra de carne suína catarinense por parte do Japão, confirmada pelo governador de SC, João Raimundo Colombo, deixou os suinocultores otimistas.

Para o estado que lidera a produção de carne suína no Brasil, e que nos últimos meses recebeu apenas notícias negativas em relação às exportações, como o embargo da Ucrânia, principal destino da carne suína brasileira, contar com novas possibilidades é de fato, essencial. O produtor aguardou o anúncio do Japão ao longo dos últimos 11 anos, mas não de braços cruzados. Enquanto o Estado progredia em sanidade, as agroindústrias avançavam em qualidade, o setor produtivo de suínos adaptou as propriedades, abraçou o Meio Ambiente e promoveu a sobrevivência, mesmo absorvendo, praticamente sozinho, todo o prejuízo causado pela instabilidade do setor.

Os suinocultores catarinenses foram guerreiros. No último sábado (25/05), Santa Catarina lembrou os seis anos do reconhecimento da OIE como Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação. Para o presidente da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi, o anúncio do Japão é de certa forma o primeiro resultado do título de SC, aliado ao esforço diário do produtor, do setor industrial e das autoridades do agronegócio e sanidade em Santa Catarina. “Não pedimos mais do que o justo ao produtor, queremos apenas que eles tenham resultados após longos anos de muito trabalho e empenho dedicados a economia catarinense e brasileira. Esperamos que as portas do Estado se abram e de fato passem a ser reconhecidas. Eles precisam ter qualidade de vida, todos precisam”, destaca o presidente.

Ouça a entrevista para o Portal ACCS sobre a Abertura do Mercado do Japão e os seis anos do Reconhecimento da OIE.
http://www.accs.org.br/clipping_ver.php?id=594

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