Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Economia

“Preço mínimo do frete é medida necessária e urgente”, afirma Assis

Caminhoneiros voltaram a protestar; deputado Assis afirma que para evitar novos bloqueios governo federal deve uma resposta à classe

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“Preço mínimo do frete é medida necessária e urgente”, afirma Assis

Caminhoneiros voltaram a fazer protestos em diversos estados, inclusive no Paraná, nesta quinta-feira (23), após uma tentativa frustrada de negociação com o governo federal sobre o referencial de preço mínimo de frete. A elaboração de tabela referencial de fretes é um dos itens relacionados no acordo realizado em 25 de fevereiro para suspender a paralisação dos caminhoneiros.

Para o deputado Assis do Couto, que acompanhou de perto as negociações em Brasília, a tabela de preço mínimo de frete é fundamental para garantir a sobrevivência da categoria, e não pode deixar de ser realizada com a justificativa de que não seria constitucional.

Dezenas de protestos foram identificados na quinta-feira. Mas ao contrário do que aconteceu no final de fevereiro, desta vez os caminhoneiros não bloqueiam as rodovias e também não impedem a passagem de cargas. Em Realeza e Marmeleiro, no Paraná, por exemplo, os profissionais são orientados a não seguir viagem e encostar o caminhão em postos de gasolina.

Para o deputado Assis do Couto, as manifestações são legítimas e devem ser atendidas. O deputado, inclusive, é autor do Projeto de Lei 528/2015, que cria a Política de Preços Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. O projeto foi protocolado no início de março na Câmara dos Deputados, e está na Comissão de Viação e Transportes aguardando a designação de relator.

A iniciativa do parlamentar tem como objetivo principal estabelecer condições razoáveis à realização de fretes de modo condizente ao serviço prestado pelos profissionais do setor de transportes.

O projeto de lei determina que a definição do preço mínimo de frete ficará a cargo do Ministério dos Transportes, com base em proposta formulada pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) duas vezes por ano, nos meses de janeiro e julho. O processo de estabelecimento dos preços mínimos deverá contar com a participação de sindicados de empresas de transportes, de transportadores autônomos e cooperativas. O PL deixa claro que os preços devem ser fixados levando em consideração, prioritariamente, a importância do preço do óleo diesel e dos pedágios na composição dos custos

“A categoria vive uma situação delicada. E os compromissos assumidos pelo governo federal devem ajudar a melhorar a situação dos caminhoneiros, permitindo uma margem maior de lucro e condições de trabalho mais adequadas”, afirmou o deputado.

Ele lembrou que, há poucos dias, a Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória (MP) 661, que trata, entre outros pontos, da renegociação de dívidas de caminhoneiros e concessão de crédito ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A medida provisória concede crédito no valor de R$ 30 bilhões ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social para refinanciar contratos de financiamento, realizados até dezembro de 2014, que foram utilizados para aquisição de caminhões, chassis, caminhões-tratores, carretas, cavalos-mecânicos, carrocerias para caminhões novos e usados, entre outros. O prazo para formalização das operações de refinanciamento encerra dia 31 de dezembro de 2015.

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