Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,48 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 153,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 160,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,47 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,68 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,09 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,18 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 143,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.529,62 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,18 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,01 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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Economia

Migração para o mercado livre de energia elétrica será facilitada, diz CCEE

Neste ano, os elevados reajustes tarifários praticados pelas distribuidoras têm deixado o ambiente livre novamente atrativo.

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Migração para o mercado livre de energia elétrica será facilitada, diz CCEE

As exigências para que um consumidor de energia elétrica passe a ser suprido no mercado livre, onde pode negociar contratos de fornecimento direto com geradores e comercializadoras, serão reduzidas, o que deve dar um impulso extra ao segmento, disse nesta terça-feira o presidente do conselho da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), Rui Altieri.

O mercado livre de energia elétrica responde por 24,6 por cento do consumo de eletricidade no Brasil, uma proporção que chegou a 27 por cento em setembro de 2012, mas passou a cair após o governo anunciar naquele mês uma redução em cerca de 20 por cento das tarifas reguladas.

Neste ano, os elevados reajustes tarifários praticados pelas distribuidoras têm deixado o ambiente livre novamente atrativo.

Uma das mudanças é que, ao migrar para esse mercado, o investidor não precisará mais investir em equipamentos de medição de consumo de energia mais modernos, incluindo um medidor extra, utilizado como retaguarda.

A ideia, segundo Altieri, é que o medidor extra não seja mais necessário já neste ano e, a partir de 2016, os consumidores possam começar a atuar nesse mercado com o mesmo equipamento utilizado para faturamento pelas distribuidoras.

“Com isso, o consumidor poderá migrar imediatamente. O sistema da Eletropaulo, por exemplo, já é compatível com o nosso (para envio dos dados). Para 2016, o trabalho é tornar o sistema de todas distribuidoras compatível”, disse Altieri.

O presidente da CCEE destacou que, além disso, a criação de uma nova figura regulatória, o comercializador varejista, facilitou o desenvolvimento do mercado livre, uma vez que os clientes desses comercializadores não precisarão se cadastrar na CCEE para operar no mercado, evitando um processo complexo e cheio de detalhes técnicos.

“Acho que não existe mais nenhuma barreira para a migração, não por preço. Com essas facilidades, de sistemática de medição, comercializador varejista, supera-se qualquer dificuldade”, disse Altieri.

O executivo da CCEE destacou ainda que a expansão do mercado livre abre oportunidade para maiores investimentos em parques eólicos, usinas de biomassa e pequenas hidrelétricas (PCHs), pois empresas com menor carga só podem acessar o ambiente livre se adquirirem energia renovável.

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