O dólar comercial encerrou o dia ontem (05), vendido a R$ 3,489, com alta de R$ 0,025 (0,72%), na maior cotação desde 10 de março de 2003 (R$ 3,525).
Dólar ultrapassa R$ 3,50, mas desacelera no fim do dia

Em alta pelo quinto dia seguido, a moeda norte-americana voltou a fechar no nível mais alto em 12 anos. O dólar comercial encerrou na quarta-feira (5), ontem, vendido a R$ 3,489, com alta de R$ 0,025 (0,72%), na maior cotação desde 10 de março de 2003 (R$ 3,525).
No início da sessão, o dólar chegou a operar em queda, mas subiu nas horas seguintes e chegou a passar de R$ 3,50. Por volta das 11h20, a cotação atingiu R$ 3,501, mas desacelerou ao longo da tarde. A divisa acumula alta de 1,9% em agosto e de 31,2% em 2015.
Desde que a equipe econômica anunciou, há duas semanas, a redução para 0,15% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) da meta de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida pública), o dólar passou a subir. Segundo economistas ouvidos pela Agência Brasil, a possibilidade de o País perder o grau de investimento das agências de classificação de risco tem pressionado o câmbio.
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O dólar subiu apesar da divulgação de dados fracos nos Estados Unidos. O setor privado norte-americano criou 185 mil empregos em julho, o número mais baixo em três meses e abaixo dos 215 mil postos de trabalho esperados pelos analistas. Os números relativos a junho foram revistos em baixa e passaram para 229 mil em vez dos 237 mil inicialmente anunciados.























