Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,32 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,77 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,59 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,59 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 181,66 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,13 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.175,36 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.087,75 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 157,65 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 148,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 160,76 / cx
Agronegócio

Exportações do agronegócio totalizam US$ 9,11 bilhões em julho

Destaque foram os embarques de carne de frango in natura, de US$ 685 milhões.

Exportações do agronegócio totalizam US$ 9,11 bilhões em julho

As exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 9,11 bilhões em julho deste ano, o que representou 49,2% do total das vendas externas do país no mês passado. Já as importações totalizaram US$ 1,15 bilhão, com retração de 23,7% em relação ao mesmo período de 2014. Com isso, o saldo da balança comercial do setor foi de US$ 7,96 bilhões em julho. Os dados constam do Sistema de Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro (AgroStat), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A secretária de Relações Internacionais do Agronegócio, Tatiana Palermo, chamou a atenção para o fato de as vendas externas de carne de frango in natura terem alcançado um montante mensal recorde, tanto em valor (US$ 685 milhões) quanto em quantidade (410 mil toneladas).
Cinco cadeias produtivas tiveram participação de 84% do total exportado pelo agronegócio em julho: complexo soja (43,2%); carnes (16,1%); produtos florestais (10,6%); complexo sucroalcooleiro (9,1%); e café (5,1%).

Complexo soja
As exportações do complexo soja se mantiveram estáveis no mês passado, em relação a julho de 2014, e somaram US$ 3,93 bilhões. O principal produto exportado pelo setor foi a soja em grãos, com embarques de US$ 3,22 bilhões. Houve incremento de 39,7% na quantidade comercializada, alcançando 8,44 milhões de toneladas. Apesar de o preço médio do produto ter caído 26,7% em julho, passando de US$ 521 para US$ 382 por tonelada, a ampliação do volume resultou no crescimento do valor exportado em 2,3%.

O farelo de soja ficou em segundo lugar, com receita de US$ 639 milhões e 1,71 milhão de toneladas embarcadas. Em terceiro, aparece o óleo de soja, com US$ 70 milhões em vendas externas.

Carnes
As exportações de carnes totalizaram US$ 1,46 bilhão em julho. Apesar da expansão de 9,1% na quantidade, o preço médio dos produtos do setor caiu 19,1%. A carne de frango foi o principal item negociado, com US$ 764 milhões. A comercialização do produto foi de 440 mil toneladas no mês passado, representando uma variação positiva de 18,7% em relação a julho de 2014.
As vendas externas de carne bovina sofreram queda em quantidade (-22%) e no preço médio (-6,6%), o que causou diminuição de 27,8% no valor exportado, de US$ 498 milhões. Já as exportações de carne suína aumentaram 50% em volume, com embarques de 61 mil toneladas e faturamento de US$ 157 milhões.
 
A carne de peru também teve resultado positivo, com o valor de US$ 23 milhões e aumento de 20,1% em relação a julho de 2014. Os embarques do produto, de 11 mil toneladas, tiveram crescimento de 44,2% em volume.

Produtos florestais
Os produtos florestais ficaram na terceira posição dos setores do agronegócio que mais exportaram em julho, com US$ 966 milhões. O valor representou crescimento de 9,6%, se comparado a julho de 2014, quando foi de US$ 882 milhões.

O principal produto negociado foi papel e celulose, com US$ 727 milhões (+11,5%) e 1,37 milhão de toneladas comercializadas (+19,5%). Em seguida aparecem as exportações de madeiras e suas obras, com US$ 237 milhões e crescimento de 3,6%. Os embarques de madeiras e suas obras chegaram a 399 mil toneladas (aumento de 28,1% em relação a julho do ano anterior).

Complexo sucroalcooleiro
Com exportações de US$ 829 milhões, o complexo sucroalcooleiro ficou na quarta posição do ranking de setores. As vendas de açúcar foram destaque, com total de US$ 728 milhões, o equivalente a 2,35 mil toneladas. O álcool etílico obteve US$ 100 milhões de receita, um crescimento de 74,3%, com incremento de 135,9% na quantidade comercializada.

Café
O setor cafeeiro ocupou a quinta posição, com exportações de US$ 461 milhões no mês. Em quantidade, houve variação negativa de 9,4%, com comercialização de 158 mil toneladas, enquanto a cotação média das exportações de café atingiu a marca de US$ 2.916, representando decréscimo de 12,7%.

Acumulado do ano
De janeiro a julho de 2015, as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 52,37 bilhões e as importações alcançaram US$ 8,21 bilhões. Com isso, a balança comercial do setor teve superávit de US$ 44,16 bilhões.
O complexo soja foi o principal item da pauta de exportações, com vendas externas de US$ 19,91 bilhões. Em seguida, aparecem o setor de carnes, com US$ 8,4 bilhões, e o de produtos florestais, com US$ 5,93 bilhões. O complexo sucroalcooleiro, com US$ 4,68 bilhões, ficou em quarto lugar. O café, com US$ 3,62 bilhões, ocupa a quinta posição.

Os cinco principais setores exportadores foram responsáveis por 81,2% das vendas externas do agronegócio brasileiro, de janeiro a julho deste ano. No mesmo período de 2014, a participação dessas cadeias produtivas chegou a 83%, o que demonstra que houve redução na concentração da pauta de exportações. A diminuição ocorreu, principalmente, em função da queda da participação do complexo soja, que passou de 41,1% entre janeiro e julho de 2014 para 38% entre janeiro e julho de 2015.

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