De acordo a Associação Catarinense de Criadores e Suínos, a tendência é baixista para o mercado, que vem apresentando queda de preços há algumas semanas.
Seguindo a tendência, MG, GO, PR e MT apresentam baixas de preços no suíno vivo nesta 3ª feira

Assim como nas semanas anteriores, mais praças apresentaram queda de preços nesta terça-feira (27/10). Após as baixas registradas em São Paulo e Rio Grande do Sul, outras regiões seguem a tendência, como Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Paraná. No final da última semana, Santa Catarina já havia apresentado recuo nas cotações para os próximos dias.
Em Minas Gerais e Goiás, a bolsa de suínos definiu referência de negócios em R$ 4,20/kg, uma baixa de 5,62% em relação a semana anterior. Em Mato Grosso, a baixa registrada foi de R$ 1,71% e os negócios são praticados a R$ 3,45/kg. Em Paraná a redução foi ainda maior, de 7,94%, e referência a R$ 3,99/kg.
De acordo com o presidente da ACCS ( Associação Catarinense de Criadores e Suínos), Losivânio de Lorenzi, a tendência é baixista para o mercado, que vem apresentando queda de preços há algumas semanas – depois de forte recuperação em setembro. Além disto, os custos de produção são uma das maiores preocupações para os suinocultores, que trabalham com margens apertadas e até abaixo disto.
Leia também no Agrimídia:
- •APCS completa 59 anos fortalecendo a suinocultura paulista e ampliando mercados para a carne suína brasileira
- •Mercado de carne suína na Rússia enfrenta queda de preços diante do aumento das importações
- •Recuperação gradual da suinocultura europeia ocorre após forte retração registrada entre 2022 e 2023
- •EUA e China discutem ampliação do comércio agrícola e minerais estratégicos em negociações em Paris
Informações da Scot Consultoria apontam que a demanda fraca é o principal fator de baixa para o mercado. Com as altas temperaturas – que desfavorecem o consumo -, a época do mês de menor consumo e os problemas econômicos do país, as cotações não conseguem reagir.




















