Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,73 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,42 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,86 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,91 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.571,30 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.500,74 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Produção

Freio chinês deve poupar demanda por comida

No caso do setor de carnes, em 15 anos, a produção de aves e suínos subiu em linha com o consumo doméstico, em torno de 40% cada, guardando pouca diferença com o volume que chega ao prato dos chineses.

Freio chinês deve poupar demanda por comida

O avanço vertiginoso da economia da China que levou a fortes desequilíbrios não deve afetar a demanda por alimentos, de acordo com o economista, Michael Pettis, professor da Universidade de Pequim. “Se Pequim controlar a dívida e garantir um reequilíbrio que não prejudique a economia, o crescimento do PIB vai cair abaixo de 3%, mas o da renda e do consumo familiar pode ficar em 4% a 5% ou mais”, projeta Pettis, acrescentando que essa demanda deve manter os preços de alimentos, especialmente de carnes, relativamente altos. Contudo, se o endividamento não for contido e houver colapso no crescimento, “os preços dos alimentos também cairão”.

Roberto Dumas, especialista em economia chinesa do Insper, disse que o fim da política do filho único e o incentivo à urbanização compõem a diretriz que prioriza a demanda. “Se aumentarem a renda das famílias, o consumo de proteína animal e de grãos vai só aumentar daqui para frente”.

No caso do setor de carnes, em 15 anos, a produção de aves e suínos subiu em linha com o consumo doméstico, em torno de 40% cada, guardando pouca diferença com o volume que chega ao prato dos chineses, conforme levantamento feito por Cesar de Castro Alves, da consultoria MB Agro. O país abandonou a meta de autossuficiência em carnes, mas continua a estimular o consumo doméstico. Dessa forma, a expectativa é que as importações de carnes da China cresçam mais que as de grãos para rações.

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