Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Logística: Uma Ameaça ao Crescimento da Suinocultura Nacional – por Fabiano Coser

Na suinocultura, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o Brasil abateu 10,18 milhões de suínos no terceiro trimestre de 2015 e a expectativa é que esse número cresça em 2016, podendo superar 40 milhões de cabeças ao final do ano.

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Logística: Uma Ameaça ao Crescimento da Suinocultura Nacional – por Fabiano Coser

As taxas de exportação e da produção pecuária e agrícola brasileira têm crescido de forma acentuada nos últimos anos. Na suinocultura, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o Brasil abateu 10,18 milhões de suínos no terceiro trimestre de 2015 e a expectativa é que esse número cresça em 2016, podendo superar 40 milhões de cabeças ao final do ano. Em destaque se encontra o estado do Mato Grosso.

Em 2015 seu rebanho suíno aumentou 37,5% saltando de 1,9 milhões de cabeças para 2,6 milhões. O estado também é o principal produtor de grãos do país e deverá colher uma safra de milho em 2015/16 de 19,97 milhões de toneladas, segundo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Dentro desse contexto animador, de crescimento e perspectivas positivas, emerge a preocupação. É possível manter esse desempenho vigoroso de forma equilibrada? É coerente que se aumente os investimentos na produção de suínos numa região tão próspera e que tenha a poucos quilômetros a abundância da matéria prima da suinocultura (milho e soja). Entretanto, o crescimento da atividade em local de pouca capacidade de escoamento, irá impor barreiras à expansão da produção, caso os investimentos em novas rotas de saída, tanto para o mercado interno quanto para o mercado internacional não se tornem realidade nos próximos anos.

A capital, Cuiabá, está a mais de 1,5 mil quilômetros de distância do principal centro de consumo do país, São Paulo, se avaliarmos o mercado interno com principal destino da carne produzida na região. Se os destinos forem os portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR) para exportação, a situação fica ainda mais complexa, fazendo muito mais sentido a propagada saída pelo pacífico. Se considerarmos esse crescimento como uma tendência de cenário para os próximos anos na suinocultura nacional, é urgente se pensar na viabilidade de investimentos em infraestrutura nos modelos de transporte aquaviário, ferroviário e marítimo como forma de diminuir os custos de transporte. Para isso são necessárias políticas nacionais para o escoamento da produção, seja ela de milho, soja ou carnes, fornecendo segurança para que produtores continuem a investir na atividade.

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