A menor oferta de milho no mercado brasileiro e incertezas quanto ao desenvolvimento da segunda safra vêm impulsionando as cotações do cereal, especialmente no Sul do País.
Indicador beira R$ 52/sc; produção 2015/16 deve ser menor

A menor oferta de milho no mercado brasileiro e incertezas quanto ao desenvolvimento da segunda safra vêm impulsionando as cotações do cereal, especialmente no Sul do País. Entre 6 e 13 de maio, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (base Campinas-SP) subiu 3,3%, fechando a R$ 51,70/sc na sexta-feira, 13, recorde nominal. Estimativas oficiais indicam produção 2015/16 inferior à da temporada anterior e estoques 51% menores.
O clima quente e seco em abril prejudicou as lavouras de milho segunda safra e, agora, a Conab prevê produção nacional em 52,9 milhões de toneladas, 3,1% inferior à da temporada passada e 7% abaixo da estimativa de abril. Apesar de a área da segunda safra ser prevista em 10,16 milhões de hectares, 6,4% maior que na temporada anterior, a produtividade média nacional deve ser de 5,2 toneladas/hectare, 9% inferior à da temporada passada.
Leia também no Agrimídia:
- •Avicultura brasileira se despede de Dico Carneiro, fundador da Cialne
- •Embrapa aponta queda nos custos da suinocultura e da avicultura de corte em abril
- •Resíduos da suinocultura viram fertilizante e ajudam a sustentar a produtividade da soja
- •Diferença de quase 90% no preço do suíno vivo entre México (97,74¢/lb) e Brasil (51,72¢/lb) expõe desequilíbrio na suinocultura























