Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Economia

Vendas dos supermercados retraem 2,15% em 2016

APAS acredita em melhora nas vendas nos próximos meses

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Vendas dos supermercados retraem 2,15% em 2016

O faturamento real dos supermercados no Estado de São Paulo (deflacionado pelo IPS/FIPE) no conceito de mesmas lojas – que considera as lojas em operação no tempo mínimo de 12 meses – registrou queda de 2,15%, de janeiro a maio de 2016 em relação ao mesmo período de 2015. Em maio houve queda de 5,14% nas vendas em relação ao mesmo mês de 2015, e em comparação com abril de 2016 houve retração de 1,58%.

Já no conceito de todas as lojas – que considera todas as lojas criadas no período pesquisado – houve queda de 2,47%, de janeiro a maio de 2016 em relação ao mesmo período de 2015. Em maio houve queda de 4,91% em relação ao mesmo mês de 2015, e retração de 1,74% em relação a abril.

Conforme explicou o gerente de Economia e Pesquisa da APAS (Associação Paulista de Supermercados), Rodrigo Mariano, o cenário econômico continua a impactar negativamente as vendas do setor supermercadista ao longo de 2016. “A junção de desemprego elevado, queda na renda e inflação ainda são entraves para o desempenho do consumo das famílias”, disse. Ele ressaltou ainda que o ritmo das vendas apresenta tendência de estabilidade das quedas, o que pode contribuir para uma desaceleração menor ao longo dos próximos meses.

Já o faturamento real dos supermercados no Estado de São Paulo (deflacionado pelo IPCA/IBGE) no acumulado de 2016 em relação ao mesmo período de 2015 apontou ligeira alta de 0,63% no conceito de mesmas lojas. Em maio houve queda de 1,59% em relação ao mesmo mês de 2015 e queda de 1,56% em relação a abril.

No conceito de todas lojas registrou alta de 0,31% de janeiro a maio em relação ao mesmo período de 2015. Em maio houve queda de 1,35% em relação ao mesmo mês de 2015 e retração de 1,72% em relação a abril.

O faturamento nominal dos supermercados no Estado de São Paulo no acumulado de janeiro a maio de 2016, em relação a 2015, teve alta de 10,49% no conceito de mesmas lojas. Em maio a alta foi de 7,58% em relação ao mesmo mês de 2015 e houve ligeira queda de 0,80% em relação a abril. No conceito de todas lojas houve alta de 10,14% de janeiro a maio em relação a 2015. Em maio a alta foi de 7,85% em relação ao mesmo mês de 2015 e houve queda de 0,96% em relação a abril.

O economista comentou que, diante deste quadro de baixo consumo e consequente queda nas vendas, as empresas têm buscado alternativas para enfrentar o momento como, por exemplo, promoções, “Este cenário prejudica a margem do setor, que é inferior a outras atividades econômicas. A junção de redução de vendas com alta dos custos por conta, principalmente, de preços administrados, força o setor a intensificar ações para que a margem não seja afetada de maneira expressiva, contribuindo assim, para a estabilidade do negócio”, explica.

Expectativas

A expectativa para este segundo semestre de 2016 é de um desempenho melhor que 2015, mesmo diante de um cenário econômico instável para o Brasil, segundo Mariano. “A inflação tende a permanecer em alta ao longo do ano, mesmo apresentando redução em relação a 2015, já que não deve atingir novamente os dois dígitos. O emprego e a renda serão pontos de preocupação, já que são variáveis que impactam diretamente no setor supermercadista”, finaliza.

 

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