Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Exportação

Balança comercial tem superávit de US$ 690 milhões

Média das exportações da quarta semana chegou a 7,5% abaixo da média de US$ 801,8 milhões até a terceira semana, em razão da queda nas exportações de produtos básicos (-25%) como carne de frango, suína e bovina

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Balança comercial tem superávit de US$ 690 milhões

Na quarta semana de setembro, com cinco dias úteis, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 690 milhões, resultado de exportações de US$ 3,710 bilhões e importações de US$ 3,020 bilhões No mês, as exportações somaram US$ 12,530 bilhões e as importações, US$ 9,475 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,055 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (26/09) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

A média das exportações da quarta semana chegou a US$ 741,9 milhões, 7,5% abaixo da média de US$ 801,8 milhões até a terceira semana, em razão da queda nas exportações de produtos básicos (-25%) por conta de petróleo em bruto, minério de ferro, carne de frango, suína e bovina, milho em grão e minério de cobre. Em relação aos produtos manufaturados, houve crescimento (+10,5%), em razão, principalmente, de automóveis, aviões, açúcar refinado, suco de laranja não congelado, tubos flexíveis de ferro e aço. As vendas externas de semimanufaturados cresceram 3,5%, em razão de açúcar em bruto, ouro em forma semimanufaturada, alumínio em bruto, ferro fundido, couros e peles.

Do lado das importações, foi registrado crescimento de 2,9%, sobre igual período comparativo principalmente pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, químicos orgânicos e inorgânicos, farmacêuticos, instrumentos de ótica e precisão e cereais e produtos de moagem.

A média das exportações até a quarta semana chegou a US$ 783,1 milhões, o que representa crescimento de 1,8%, por conta do aumento das vendas de produtos semimanufaturados (+21,6%) em função do crescimento dos embarques de açúcar em bruto, ouro em forma semimanufaturada, madeira serrada ou fendida, manteiga, gordura e óleo, de cacau e óleo de soja. Em relação aos básicos, houve queda nas vendas (-2,2%) por conta, principalmente, de soja em grão, fumos em folhas, farelo de soja, carne bovina e milho em grão. Nos manufaturados houve uma pequena queda (-0,5%), por conta da diminuição das exportações de óxido e hidróxido de alumínio, polímeros plásticos, autopeças, motores para veículos e laminados de ferro e aço). Em relação a ao mês de agosto de 2016, houve crescimento de 6%, em virtude do aumento nas vendas dos três grupos de produtos: semimanufaturados (+12,3%), básicos (+6,1%) e manufaturados (+4,2%).

Nas importações, a média diária até a quarta semana de setembro (US$ 592,2 milhões), ficou 5,8% abaixo da média de setembro do ano passado (US$ 628,7 milhões). Houve queda nas compras externas com siderúrgicos (-17,6%), equipamentos mecânicos (-17,4%), adubos e fertilizantes (-16,1%) e combustíveis e lubrificantes (-12,0%). Em relação ao mês de agosto de 2016, as importações aumentaram 6% por conta de cereais e produtos de moagem (+54,9%), siderúrgicos (+21,6%), veículos e partes (+18,7%), combustíveis e lubrificantes (+14,9%) e farmacêuticos (+8,5%).

No ano, as vendas externas brasileiras totalizam US$ 136,101 bilhões e as compras, US$ 100,674 bilhões, gerando superávit de US$ 35,427 bilhões. As exportações acumularam média diária de US$ 739 milhões, e as importações, US$ 547,1 milhões. A corrente de comércio soma US$ 236,774 bilhões, com desempenho médio diário de US$ 1,286 bilhão.

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