Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Nós já sabíamos… – por Mário Lanznaster

As pesquisas e os indicadores apontam que as empresas de transformação de produtos primários – carnes, grãos, leite, cana, algodão, café etc – injetam vultosos recursos na economia regional.

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Nós já sabíamos… – por Mário Lanznaster

Mário Lanznaster - Presidente da Cooperativa Central Aurora Alimentos e vice-presidente para o agronegócio da FiescAs regiões brasileiras onde as cadeias produtivas da agricultura e do agronegócio estão organizadas apresentam níveis de desenvolvimento superior às demais. Essa situação sempre foi notória, mas, agora foi confirmada por pesquisa do Google amplamente divulgada pelos meios de comunicação.

Não é recente o fato da agricultura e do agronegócio se transformarem na locomotiva da economia brasileira. O que existe de novo é a visibilidade que o setor vem tendo na mídia em razão dos resultados que alcançou nas últimas décadas. Isso é positivo, não apenas porque aumenta a autoestima dos agentes econômicos – produtores e empresários rurais, cooperativas, agroindústrias etc – mas, principalmente, porque permitiu a sociedade brasileira conhecer a complexidade do universo rural e compreender sua enorme importância para o País  e sua expressão na contextura do comércio mundial.

As pesquisas e os indicadores apontam que as empresas de transformação de produtos primários – carnes, grãos, leite, cana, algodão, café etc – injetam vultosos recursos na economia regional. O caso das empresas de natureza cooperativista é especialmente retumbante, pois elas cooperam intensamente com o desenvolvimento das regiões onde atuam com a geração de riquezas que beneficiaram centenas de comunidades e milhares de famílias.

A contribuição para a integração e o desenvolvimento regional pode ser avaliada pela geração de ICMS (que beneficia diretamente os municípios e os Estados), valor adicionado na atividade agropecuária, valor adicionado na atividade industrial, remuneração de trabalhadores encargos sobre folha de pagamento de salários etc.

Nessas regiões, o agronegócio, em plena crise, manteve posição, com preservação dos postos de trabalho, dos níveis de produção e produtividade e da participação no mercado. Ou seja, nessas regiões, a crise passou ao largo.

Apesar da crise política, acredito que cenário para o final deste ano apresentará sinais de término da crise, lenta retomada do crescimento e crescente taxa de confiança dos agentes econômicos. As sólidas previsões de excelente safra de grãos afastam qualquer ameaça de encarecimento de insumos, o que permite prever custos menores de produção e promessa de melhores resultados operacionais.

Em resumo, a agricultura e o agronegócio continuarão na vanguarda da economia verde e amarela.

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