Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,90 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,23 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,46 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,92 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,03 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,53 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,61 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,63 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,64 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.461,42 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,39 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,87 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Nós já sabíamos… – por Mário Lanznaster

As pesquisas e os indicadores apontam que as empresas de transformação de produtos primários – carnes, grãos, leite, cana, algodão, café etc – injetam vultosos recursos na economia regional.

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Nós já sabíamos… – por Mário Lanznaster

Mário Lanznaster - Presidente da Cooperativa Central Aurora Alimentos e vice-presidente para o agronegócio da FiescAs regiões brasileiras onde as cadeias produtivas da agricultura e do agronegócio estão organizadas apresentam níveis de desenvolvimento superior às demais. Essa situação sempre foi notória, mas, agora foi confirmada por pesquisa do Google amplamente divulgada pelos meios de comunicação.

Não é recente o fato da agricultura e do agronegócio se transformarem na locomotiva da economia brasileira. O que existe de novo é a visibilidade que o setor vem tendo na mídia em razão dos resultados que alcançou nas últimas décadas. Isso é positivo, não apenas porque aumenta a autoestima dos agentes econômicos – produtores e empresários rurais, cooperativas, agroindústrias etc – mas, principalmente, porque permitiu a sociedade brasileira conhecer a complexidade do universo rural e compreender sua enorme importância para o País  e sua expressão na contextura do comércio mundial.

As pesquisas e os indicadores apontam que as empresas de transformação de produtos primários – carnes, grãos, leite, cana, algodão, café etc – injetam vultosos recursos na economia regional. O caso das empresas de natureza cooperativista é especialmente retumbante, pois elas cooperam intensamente com o desenvolvimento das regiões onde atuam com a geração de riquezas que beneficiaram centenas de comunidades e milhares de famílias.

A contribuição para a integração e o desenvolvimento regional pode ser avaliada pela geração de ICMS (que beneficia diretamente os municípios e os Estados), valor adicionado na atividade agropecuária, valor adicionado na atividade industrial, remuneração de trabalhadores encargos sobre folha de pagamento de salários etc.

Nessas regiões, o agronegócio, em plena crise, manteve posição, com preservação dos postos de trabalho, dos níveis de produção e produtividade e da participação no mercado. Ou seja, nessas regiões, a crise passou ao largo.

Apesar da crise política, acredito que cenário para o final deste ano apresentará sinais de término da crise, lenta retomada do crescimento e crescente taxa de confiança dos agentes econômicos. As sólidas previsões de excelente safra de grãos afastam qualquer ameaça de encarecimento de insumos, o que permite prever custos menores de produção e promessa de melhores resultados operacionais.

Em resumo, a agricultura e o agronegócio continuarão na vanguarda da economia verde e amarela.

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