Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Nós já sabíamos… – por Mário Lanznaster

As pesquisas e os indicadores apontam que as empresas de transformação de produtos primários – carnes, grãos, leite, cana, algodão, café etc – injetam vultosos recursos na economia regional.

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Nós já sabíamos… – por Mário Lanznaster

Mário Lanznaster - Presidente da Cooperativa Central Aurora Alimentos e vice-presidente para o agronegócio da FiescAs regiões brasileiras onde as cadeias produtivas da agricultura e do agronegócio estão organizadas apresentam níveis de desenvolvimento superior às demais. Essa situação sempre foi notória, mas, agora foi confirmada por pesquisa do Google amplamente divulgada pelos meios de comunicação.

Não é recente o fato da agricultura e do agronegócio se transformarem na locomotiva da economia brasileira. O que existe de novo é a visibilidade que o setor vem tendo na mídia em razão dos resultados que alcançou nas últimas décadas. Isso é positivo, não apenas porque aumenta a autoestima dos agentes econômicos – produtores e empresários rurais, cooperativas, agroindústrias etc – mas, principalmente, porque permitiu a sociedade brasileira conhecer a complexidade do universo rural e compreender sua enorme importância para o País  e sua expressão na contextura do comércio mundial.

As pesquisas e os indicadores apontam que as empresas de transformação de produtos primários – carnes, grãos, leite, cana, algodão, café etc – injetam vultosos recursos na economia regional. O caso das empresas de natureza cooperativista é especialmente retumbante, pois elas cooperam intensamente com o desenvolvimento das regiões onde atuam com a geração de riquezas que beneficiaram centenas de comunidades e milhares de famílias.

A contribuição para a integração e o desenvolvimento regional pode ser avaliada pela geração de ICMS (que beneficia diretamente os municípios e os Estados), valor adicionado na atividade agropecuária, valor adicionado na atividade industrial, remuneração de trabalhadores encargos sobre folha de pagamento de salários etc.

Nessas regiões, o agronegócio, em plena crise, manteve posição, com preservação dos postos de trabalho, dos níveis de produção e produtividade e da participação no mercado. Ou seja, nessas regiões, a crise passou ao largo.

Apesar da crise política, acredito que cenário para o final deste ano apresentará sinais de término da crise, lenta retomada do crescimento e crescente taxa de confiança dos agentes econômicos. As sólidas previsões de excelente safra de grãos afastam qualquer ameaça de encarecimento de insumos, o que permite prever custos menores de produção e promessa de melhores resultados operacionais.

Em resumo, a agricultura e o agronegócio continuarão na vanguarda da economia verde e amarela.

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