Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Confiança

Em ano difícil, produtor cooperativista se sente mais protegido

As cooperativas estão muito bem estruturadas e isto faz a diferença neste momento para os produtores

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“As cooperativas estão muito bem estruturadas, seguindo um planejamento, e isto é que faz a diferença neste momento para os produtores.” A frase foi dita pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, durante reunião com integrantes dos Conselhos de Administração, Fiscal e Consultivo da Cocamar, na manhã desta quinta-feira (20/07) na cooperativa, em Maringá.  Segundo Ricken, 2017 “está sendo diferente” em comparação aos últimos cinco anos, devido principalmente ao caos político, que deixa o governo sem ação.

O presidente estava acompanhado do superintendente Robson Mafioletti e de outros representantes da entidade. Ele frisou que o cooperativismo do Paraná deve fechar o ano “em condições tranquilas, mas com resultado menor, o que já era previsto, como reflexo da forte retração da economia nos últimos anos”.

“O produtor que está fora do sistema cooperativista se sente inseguro e sua preocupação é maior em comparação ao produtor que se sente abrigado em sua cooperativa”, ressaltou Ricken. Ele enfatizou a necessidade de os associados fortalecerem a sua organização para, em momentos assim, se sentirem mais protegidos. No ano passado, o grupo com as dez maiores cooperativas paranaenses registrou um crescimento médio de 13,8% no comparativo com 2015. Considerando todo o setor cooperativista do estado, o faturamento em 2016 foi de R$ 70 bilhões, 16% a mais que no exercício anterior.

O dirigente lembrou que no Paraná quase 60% de tudo o que se produz passa pelas cooperativas. Da mesma forma, 50% da capacidade de armazenagem de grãos, no estado, está em poder do sistema cooperativista. Mas deixou claro: se os cooperados não fixarem as suas safras, deixando-as armazenadas indefinidamente nas unidades das cooperativas, o desafio de acondicionar produções tão grandes quanto à da atual safra de milho de inverno, será cada vez maior. 

Ricken fez menção, ainda, ao “desastre” ocasionado pela operação Carne Fraca, da Polícia Federal, que criou grandes dificuldades para a comercialização de carne bovina nos mercados interno e externo. “Para os produtores das matérias-primas que são a base alimentar dos rebanhos, esta situação afetou diretamente”, comentou. 

Quanto ao Plano Safra 2017/18, Ricken disse que foi garantido, ao menos, o mesmo montante do ano passado. “Cogitava-se que seria 30% menos”, citou, frisando que haverá recursos para custeio, mas foi retirado o dinheiro de giro (usado para adiantamento ao produtor). E lembrou que no dia 12 de julho, cooperativas de todo o Brasil fizeram uma mobilização para tentar reverter isso junto ao governo federal.

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