Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,90 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,23 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,46 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,92 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,03 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,53 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,61 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,63 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,64 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.461,42 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,39 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,87 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Mercado

Pé, asinha e pescoço são alguns dos cortes que fazem sucesso lá fora

Cortes têm status de carne nobre entre nossos importadores e contribuem para aumentar a receita da avicultura nacional

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Pé, asinha e pescoço são alguns dos cortes que fazem sucesso lá fora

As inusitadas preferências gastronômicas de nossos clientes – filé de pescoço, cartilagem de joelho, patas e pés de galinha – permitem agregar um valor significativo, e em dólar, a cortes que dentro do país não têm nem mercado nem apelo.

O filezinho de pescoço, por exemplo, corresponde ao mignon do frango para os japoneses. Cada filé pesa entre 15 e 20 gramas. Isso exige que pelo menos 50 aves passem pela linha de produção até que se obtenha um quilo do produto. Vale a pena, diz a indústria, porque a dita “carne de pescoço”, sem valor por aqui, alcança preços elevados lá fora, em dólar. Por questões estratégicas, os empresários não revelam por quanto vendem o quilo do filezinho de pescoço. Dá para ter uma ideia comparando com o preço do meio da asinha exportado para o Japão, que chega a US$ 4 mil por tonelada, enquanto o peito de frango alcança cerca de US$ 3,3 mil a tonelada.

Os japoneses, particularmente, preferem saborear pedacinhos do frango que, para outras culturas, podem passar despercebidos e até virar sobra no prato. Um exemplo é o “Yagen”, que reúne cortes da cartilagem do peito e de uma membrana da sobrecoxa. Outro produto de alto valor agregado é a cartilagem do joelho do frango, destinada à indústria de cosméticos. Já experimentou o “kakugini”? Esse é mais simples, trata-se da carne da coxa e sobrecoxa cortada em cubinhos.

Os chineses, em contrapartida, costumam arrebatar a maior parte dos lotes de pés de galinha, que entram no país via Hong-Kong. Os árabes preferem o “shawarma” – não confundir com o sanduíche homônimo de carnes enroladas em um espeto vertical -, que consiste em uma peça única e desossada de peito, coxa e sobrecoxa.

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