Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Pesquisa

Brasil ocupa 38ª posição em índice de segurança alimentar

Lista conta com 113 países; país tem desafios urgentes na área de infraestrutura logística

Brasil ocupa 38ª posição em índice de segurança alimentar

Em uma lista de 113 países, o Brasil se manteve na 38ª posição na edição 2017 do Índice Global de Segurança Alimentar. Desenvolvido pelo Economist Intelligence Unit, braço de pesquisa do The Economist Group, o levantamento mede, anualmente, a capacidade de as nações alimentarem sua população, com base em quatro indicadores: acessibilidade ao alimento (poder de compra do consumidor), disponibilidade (oferta de produtos), qualidade e segurança e resiliência climática.

Os resultados foram apresentados pelo representante do The Economist Group no Brasil, Marcio Zanetti, nesta última terça-feira (26/09), em evento na cidade de São Paulo (SP). Segundo ele, entre os pontos fortes no Brasil, destacam-se volume e diversidade da produção agropecuária, recursos naturais, programas governamentais de compra de alimentos, entre outros. Por outro lado, o País tem desafios urgentes nas áreas de infraestrutura logística, carência de recursos para pesquisa e crédito agrícola, ficando, neste último item atrás de Uruguai e Argentina.

De acordo com Zanetti, o Brasil não registrou uma avaliação satisfatória no tocante ao quesito resiliência climática, devido a não estar se preparando como deveria – devido à escassez de capital – para adaptar a produção agrícola as mudanças que serão provocadas pelo aquecimento global. O representante do The Economist Group alerta que culturas como café e soja no País poderão ser afetadas, com áreas produtivas sendo transferidas para outras regiões e até mesmo sendo extintas.

Outros países

A Irlanda ficou em primeiro lugar no índice, impulsionada pela recuperação econômica do país, e investimento público elevado em pesquisa. EUA e Reino Unido, pela ordem, vieram a seguir no ranking. De maneira geral, Zanetti pontuou que, globalmente, os sistemas alimentares estão enfrentando pressão do alto preço dos insumos, alterações de padrão de consumo, mudanças climáticas e choque de preços.

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