Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,94 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,61 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,99 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,45 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,00 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.453,63 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,88 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Bolsa de Suínos

Estoques natalinos devem dar sustentação ao mercado suinícola

Mês de outubro fecha com estabilidade no preço do suíno vivo na maioria das praças. Expectativa é de melhora

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Estoques natalinos devem dar sustentação ao mercado suinícola

A semana do feriado iniciou com estabilidade nos preços de referência do mercado independente de suínos. Para produtores, neste período era esperado uma melhora nos preços, porém não foi o que se viu em outubro. Frente a isso, de acordo com especialistas os cortes natalinos, como lombo e pernil, já começam a apresentar alta no mercado em função da demanda de final de ano, o que motiva o produtor a esperar melhora para a próxima semana.   

Na última semana do mês, a Bolsa de Suínos de Santa Catarina permaneceu em R$ 3,80. Assim como a de São Paulo, R$ 4,11 a R$ 4,21. No Rio Grande do Sul, o valor de referência também estabilizou em R$ 3,85. E no Paraná, o preço da semana passada permanece em R$ 4. Apenas no estado de Minas Gerais que foi registrado queda, passando a R$ 4, ante R$ 4,20 o quilo do animal vivo.

Para os representantes do setor catarinense, apesar de algumas empresas anunciarem ampliação na linha de abate, o mercado independente de suínos permanece travado. “Mesmo no mês de outubro, período em que historicamente o valor pago pelo quilo do suíno vivo tende aumentar, os produtores não tiveram ajustes na remuneração”, informou a Associação Catarinense dos Criadores de Suínos (ACCS).

“O custo de produção hoje gira em torno de R$ 3,40, fator que deixa a margem de lucro do produtor exprimida”, argumenta Losivanio Luiz de Lorenzi, presidente da associação.

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