Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,45 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,17 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 125,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,81 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,27 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,18 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,60 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 156,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 178,89 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 148,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,80 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.339,61 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.227,34 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 180,12 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,10 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 165,67 / cx
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Matriz Energética

São Paulo registra recorde de 61% no uso de fontes renováveis em 2016

Pela primeira vez desde o começo do levantamento, índice ultrapassa os 60%

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O Balanço Energético do Estado de São Paulo referente a 2016, publicado nesta terça-feira, 14 de novembro, pela Secretaria de Energia e Mineração mostra que pela primeira vez desde 1980 – quando foram iniciados os levantamentos, a participação das energias renováveis na matriz energética paulista atingiu a marca de 60,8%.

Até então a maior marca registrada havia sido em 2009, quando as energias renováveis somaram 59,1% da matriz paulista. O menor índice ocorreu em 1981 com apenas 33,4% de fontes limpas.

Em 2015 as energias renováveis representaram 58% do consumo. “Entre os principais fatores que garantiram o aumento do índice de renovabilidade da matriz em relação ao ano anterior estão a retomada das chuvas, que causaram o desligamento das térmicas a gás, a diminuição da atividade econômica em decorrência da crise e a estabilidade do setor sucroalcooleiro”, explica o secretário de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles.

São consideradas fontes renováveis de energia os biocombustíveis (etanol, biodiesel), a geração hidráulica, a termoeletricidade a partir da biomassa (cana-de-açúcar e resíduos florestais) e a geração eólica e fotovoltaica.

A redução no consumo dos derivados de petróleo e de carvão mineral, principalmente no setor siderúrgico, colaborou com o aumento da participação das renováveis.

Nos últimos 10 anos o Estado de São Paulo fortaleceu em 17,2% a produção dos diversos tipos de energéticos, o que colabora para a segurança do setor de energia estadual. Em 2007 a suficiência energética era de 50 milhões tonelada de óleo equivalente (toe) passando para 58,6 milhões de toe em 2016.

A produção de gás natural no período avançou 17 vezes, o consumo de eletricidade apresentou um aumento de 11,7%, e a oferta de etanol cresceu 28,5%.

São Paulo x Brasil

Com o maior parque fabril da América Latina e mais de 45 milhões de habitantes, o Estado de São Paulo consumiu 27% de toda a energia utilizada no Brasil em 2016.

A participação do Estado no consumo nacional de derivados de petróleo ficou em 23%. Já o uso de insumos energéticos renováveis teve a participação de 59% do bagaço de cana, 42% do etanol e 28% da eletricidade.

Série histórica

Nos últimos 10 anos, São Paulo registrou uma queda significativa no uso de energias mais poluentes. O carvão teve a maior redução atingindo 99%, já o óleo combustível apresentou uma queda de 64%.

Por outro lado, os insumos menos poluentes aumentaram sua participação na matriz energética no período. O etanol etílico apresentou crescimento de 29%, 27% no bagaço de cana, 12% na eletricidade. Somente o gás natural teve queda de 11% no período.

O consumo de energia elétrica no Estado apresenta um aumento de 10% na série histórica. O setor residencial aumentou em 15% e o comercial em 39%. Em contrapartida o consumo nas indústrias caiu 2% no período.

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