Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Mais três anos

Exportação de material avícola ao Equador é renovada

Atualmente, o país é o segundo principal destino de ovos férteis e pintos de um dia brasileiros

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Exportação de material avícola ao Equador é renovada

As exportações de material avícola para o Equador devem permanecer por mais três anos, de acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Na última semana, o Departamento de Saúde Animal (DSA/Mapa) recebeu ofício da Agencia Ecuatoriana de Aseguramiento de la Calidad del Agro – Agrocalidad/Equador comunicando decisão de revalidar “o reconhecimento da excelência da condição de saúde dos plantéis avícolas brasileiros”.

De acordo com o Mapa, a notícia é positiva principalmente para as empresas brasileiras exportadoras de material genético avícola (ovos férteis e pintos de um dia), a fim de manter o comércio regular com aquele país. Atualmente, o Equador é o segundo principal destino de ovos férteis e pintos de um dia, mantendo as vendas em ritmo crescente nos últimos tempos.

Com a decisão da autoridade sanitária equatoriana, as “casas de genética avícola” brasileiras estão aprovadas a exportar àquele mercado pelos próximos três anos, desde que não haja alteração do atual “status” sanitário brasileiro.

Além disso, o reconhecimento permite que as empresas brasileiras que produzem outros produtos de origem avícola requeiram habilitação à exportação para o Equador, seguindo os trâmites previstos na legislação do país.

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