Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Comercio Exterior

CNA debate livre comércio entre Mercosul e Coreia do Sul

Acordo pode trazer ganhos de US$ 12,5 bilhões para o agro brasileiro

CNA debate livre comércio entre Mercosul e Coreia do Sul

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) debateu nesta terça (21), no Seminário de Cooperação Econômica Brasil – Coreia do Sul, em São Paulo, as oportunidades de comércio a partir de um acordo de livre comércio entre Mercosul e o país asiático, que podem gerar um incremento de US$ 12,5 bilhões na balança comercial em exportações para o agro brasileiro.

Segundo a coordenadora de Relações Internacionais da CNA, Camila Sande, as negociações entre o bloco da América do Sul e os coreanos têm boas chances de serem concluídas em 2020. “É preciso que agora se aumente a cooperação entre as forças produtivas. A Coreia teve uma corrente de comércio de US$ 1 trilhão no ano passado. O Brasil precisa estar mais presente nessas trocas”, ressaltou.

Ela explicou que a Coreia do Sul tem 16 acordos de livre comércio com 57 países e acrescentou que o país asiático quer incentivar o maior acesso do Brasil às cadeias de valores globais. No entanto, ressaltou Sande, há desafios para o Brasil obter ganhos reais com o acordo, como as questões regulatórias, que precisam ser mais harmônicas entre as duas partes, além de questões tarifárias.

“Uma boa notícia é que haverá um grupo de trabalho paralelo em temas regulatórios ao longo das negociações. O Brasil pode ganhar muito com a Coreia nas exportações de proteínas animais, cereais e lácteos. As reduções tarifárias, entretanto, precisam vir alinhadas com a negociação de acordos sanitários e fitossanitários. O Brasil precisa correr atrás do prejuízo, pois a Coreia do Sul já tem acordos com os principais concorrentes do Agro brasileiro”, alertou a coordenadora.

João Rossi, coordenador- geral de Negociações Extrarregionais do Departamento de Negociações Internacionais do Ministério da Economia, enfatizou que a aceleração das negociações comerciais com a Coreia do Sul é um dos pilares da política de abertura comercial do novo governo. A próxima rodada de negociações será em julho de 2019 e as expectativas são de avanços significativos.

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