Os principais destinos da proteína de frango foram China, Arábia Saudita e Japão
De janeiro a maio exportações cresceram 3,6%

As exportações de carne de frango entre janeiro e maio deste ano tiveram variação positiva de 3,6%. No período foram enviadas ao mercado externo 1.552.122 de toneladas de carne de frango. Os dados são do Ministério da Economia.
Em valores monetários, os embarques somam US$ 2.507,88 milhões, (FOB – valores livres de impostos e taxas), o que representa um crescimento de 9,4%. Ainda de acordo com os dados do ministério, os preços da carne enviada ao mercado externo registrou alta de 5,6% no período.
A China foi o principal destino junto com Hong Kong recebendo 22,8% dos embarques brasileiros. Somente para o gigante asiático foram US$ 446,42 milhões embarcados. Já Hong Kong soma US$ 119,19 milhões
Leia também no Agrimídia:
- •Preços do frango reagem em abril, mas seguem abaixo dos níveis de 2025, aponta Cepea
- •Missão de pecuaristas da Irlanda ao Brasil, com denúncias sobre antibióticos, antecede veto europeu à carne brasileira
- •Crédito caro, inadimplência e cenário externo pressionam o agro brasileiro
- •Sistema OCESC: Cooperativismo em SC ultrapassou 109 mil empregos e manteve ritmo de expansão em 2025
O segundo principal destino foi a Arábia Saudita com 14% de participação das exportações, somando um montante de US$ 346,95 milhões. Na sequencia vem o Japão com 12% dos embarques somando US$ 311,46 milhões.
Já os Emirados Árabes Unidos detiveram 11% dos embarques com US$ 263,6 milhões. Coreia do Sul, Kuwait, Cingapura, Omã, Iraque e Catar juntos somaram 18% do total embarcado

Somente o Paraná foi responsável por 39% das exportações somando US$ 977,79 milhões, registrando crescimento de 11,8% no período. Santa Catarina foi o segundo maior exportador com 36,9% de participação. O estado teve um crescimento 62,9% no período com US$ 924,21 milhões em exportações.
Já o Rio Grande do Sul foi responsável por 9,83% da carne enviada ao mercado externo. No período o estado soma US$ 246,46 milhões. Na sequência vem São Paulo com 3,96%, Minas Gerais com 3,77%, Mato Grosso do Sul 3,09% e Goiás com 2,57%.
























