China e outros países da Ásia devem ser o destino de grande parte da proteína animal brasileira e as cooperativas estão se organizando para atender a essa demanda
Cooperativas investem para atender o mundo e conquistar (de vez) o mercado interno

Por Anderson Oliveira
Em um ano considerado ruim para a economia, as cooperativas de aves e suínos registraram crescimento. Apenas C Vale apontou que conseguiu crescer 23% no ano passado, com um faturamento de R$ 8,5 bilhões e sobras de R$ 100 milhões. Enquanto isso, a Lar registrou um avanço de 26% no faturamento, chegando a R$ 6,38 bilhões. O ano foi de avanço também nos balanços de cooperativas como Castrolanda, Frimesa, Languiru, Dália, entre outras. O resultado foi positivo para praticamente todas as cooperativas do setor, apesar de apontarem os problemas e desafios enfrentados em relação à greve dos caminhoneiros e a crise econômica no mercado interno, além dos entraves para continuar atendendo o mercado externo. O ano de 2019, contudo, está se apresentando como uma grande oportunidade para o setor produtivo de proteína animal crescer ainda mais. A necessidade de suprir a demanda por carnes da China deve impulsionar as exportações e impactar na valorização dos preços. Nesse cenário, as cooperativas estão investindo mais para levar os produtos brasileiros para todo o mundo, mas também para conquistar os consumidores internos.
Leia também no Agrimídia:
- •Reino Unido atualiza estratégia sanitária para proteger suinocultura contra surtos de peste suína
- •Missão de pecuaristas da Irlanda ao Brasil, com denúncias sobre antibióticos, antecede veto europeu à carne brasileira
- •Crédito caro, inadimplência e cenário externo pressionam o agro brasileiro
- •Sistema OCESC: Cooperativismo em SC ultrapassou 109 mil empregos e manteve ritmo de expansão em 2025
Confirma a matéria na íntegra clicando aqui.
























