Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
Destaque Todas Páginas
Comércio Internacional

Com alta de 17% nas exportações, balança comercial do Paraná fecha positiva em 2021

Nas exportações, a liderança dos produtos foi de soja em grãos (US$ 4,6 bilhões), seguida de carne de frango in natura (US$ 2,7 bilhões), farelo de soja (US$ 1,3 bilhões) e açúcar (US$ 842 milhões)

Compartilhar essa notícia
Com alta de 17% nas exportações, balança comercial do Paraná fecha positiva em 2021

As exportações cresceram 17% em 2021 no Paraná. Foram transportados US$ 19 bilhões em produtos para o mercado externo, contra US$ 16,2 bilhões em 2020. No caminho inverso, as importações aumentaram 42% (de US$ 11,8 bilhões para US$ 16,9 bilhões). Com isso, a balança comercial fechou o ano passado de maneira positiva, com saldo de US$ 3,1 bilhões. Os dados constam em um levantamento do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), construído a partir da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia.

Nas exportações, a liderança dos produtos foi de soja em grãos (US$ 4,6 bilhões), seguida de carne de frango in natura (US$ 2,7 bilhões), farelo de soja (US$ 1,3 bilhões), açúcar (US$ 842 milhões), madeira compensada (US$ 803 milhões), celulose (US$ 610 milhões), papel (US$ 591 milhões) e automóveis (US$ 549 milhões). Soja representa 24% da pauta estadual e o mercado de frango, 14,6%, com crescimento de 0,7 pontos percentuais em relação a 2020.

Os maiores ganhos proporcionais na exportação em relação ao ano da chegada da pandemia foram em derivados de petróleo (186%), máquinas e aparelhos de terraplanagem (108%), madeira compensada (86%), móveis e mobiliário médico-cirúrgico (79,9%), painéis de fibras ou de partículas de madeira (79,2%) e autopeças (60,9%). A única variação negativa foi no comércio de café solúvel (-11%).

No caminho da importação, adubos e fertilizantes (US$ 1,9 bilhão), produtos químicos e orgânicos (US$ 1,2 bilhão), óleos e combustíveis (US$ 1,1 bilhão) e autopeças (US$ 1,09 bilhão) lideraram os indicadores absolutos. Proporcionalmente, os maiores aumentos entre 2020 e 2021 foram em veículos de carga (161%), cereais (112%), materiais eletrônicos (83%) e adubos e fertilizantes (64%) – esse último agora representa 11% do total importado.

“Se fala muito de balança positiva, o que é importante, mas as importações de insumos também apontam uma retomada da economia. O que extraímos dos dados é que o agronegócio teve um ano muito forte, mesmo diante da crise, da pandemia e de restrições internas, por causa da demanda internacional. Isso mostra um poder de interiorização do desenvolvimento, porque essa produção demanda transporte, armazenamento, e os recursos circulam no comércio local, com reinvestimento do agricultor em máquinas e equipamentos”, afirmou o economista Francisco Castro, do Ipardes. 

Ao longo de 2021 o Paraná negociou seus produtos com mais de 200 países. O principal parceiro comercial segue sendo a China, com US$ 5,4 bilhões no sentido exportação. Na sequência estão Estados Unidos (US$ 1,5 bilhão), Argentina (US$ 964 milhões), México (US$ 612 milhões), Holanda (US$ 580 milhões) e Paraguai (US$ 549 milhões). A maiores evoluções proporcionais ocorreram no comércio bilateral com Vietnã (96%), Peru (95%), Chile (85,7%) e México (80,1%) – esse último foi o principal comprador de automóveis do Paraná.

Em 2020, o Paraná comprou da China (US$ 4 bilhões), Estados Unidos (US$ 1,8 bilhão), Argentina (US$ 1,1 bilhão), Paraguai (US$ 927 milhões) e Alemanha (US$ 907 milhões). A principal diferença foi no comércio com a Nigéria (903%), ligada à importação de óleo de petróleo.

“O setor industrial também tem crescido no Paraná. Nossa pauta envolve produtos primários, mas frango e açúcar passam por processo de industrialização. O mesmo acontece com madeira, máquinas e veículos”, completou Castro. 

COMEÇO DE 2022 – E o ano de 2022 começou com tendência de manutenção desse cenário. A pauta de janeiro dos portos de Paranaguá e Antonina fechou com 4,15 milhões de toneladas de cargas transportadas, somando exportação e importação. O volume movimentado no primeiro mês é 15% maior que as quase 3,6 milhões de toneladas registradas no mesmo período de 2020 e o melhor janeiro da história dos portos.

Confira o relatório de importações e exportações e a relação dos países.
 

Assuntos Relacionados
exportaçõesmercado externoparaná
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343