No primeiro semestre de 2022, as importações somaram 46,28 milhões de toneladas, 5,4% menos do que o registrado no ano passado
Importação de milho da China cai 38,1% em junho; de soja recua 22,9% e de trigo cede 31,3%

As importações chinesas de milho alcançaram 2,21 milhões de toneladas em junho, volume 38,1% inferior ao registrado em igual mês de 2021 de acordo com dados divulgados hoje, pelo Departamento de Alfândegas da China (Gacc, na sigla em inglês). O volume corresponde a US$ 734,02 milhões, baixa de 29,14% ante junho do ano passado.
Nos primeiros seis meses, as importações de milho somaram 13,59 milhões de toneladas, recuo de 11,2% ante igual período do último ano.
Segundo a Gacc, a China importou 8,25 milhões de toneladas de soja no sexto mês deste ano, recuo de 22,9% ante igual período do ano anterior. Em termos de valores, as importações de soja no intervalo totalizaram US$ 5,792 bilhões. No primeiro semestre de 2022, as importações somaram 46,28 milhões de toneladas, 5,4% menos do que o registrado no ano passado.
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Em relação ao derivado da oleaginosa, os chineses importaram 40 mil toneladas de óleo de soja, uma queda de 83,6% na comparação com junho do ano passado. Em termos de valores, houve uma redução de 77,6% em junho, para US$ 44,34 milhões. Entre janeiro e junho, as importações recuaram 80,6%, para 130 mil toneladas.
As importações chinesas de trigo somaram 520 mil toneladas em junho de 2022, queda de 31,3% na comparação com junho de 2021. Em termos de valores, as importações de trigo no período totalizaram US$ 200,48 milhões, baixa de 16,6% ante igual mês do ano passado. Nos seis primeiros meses do ano, a China importou 4,94 milhões de toneladas do cereal, redução de 8% na comparação anual.
As compras de fertilizantes foram de 650 mil toneladas, alta de 5,7% ante junho de 2021. Nos primeiros seis meses, as importações somaram 4,58 milhões de toneladas, recuo de 13,5% ante igual período do ano passado.
De carne suína, os chineses importaram 220 mil toneladas no sexto mês do ano, queda de 51,9% na comparação com o ano passado. Entre janeiro e junho, as importações cederam 54%, para 1,35 milhão de toneladas.























