Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,67 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,12 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,66 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,54 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,41 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,93 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,94 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,14 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 146,94 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 145,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 165,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 169,09 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 138,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 157,62 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,16 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,17 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.338,20 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.269,96 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 169,69 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 139,23 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 155,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 168,44 / cx
Sanidade

Frango caipira proibido

Ave está ameaçada de “sumir” da feira livre no Araguaia, no MT, por conta de irregularidades apontadas pela vigilância sanitária.

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Frango caipira proibido

O frango caipira tão comum no interior, que já virou tema até de música sertaneja sobre a vida tranquila e pacata no campo, está ameaçado de sumir da feira livre em Barra do Garças. Ele aparece na lista de irregularidades da feira apontada pela Vigilância Sanitária a pedido do Ministério Público Estadual (MPE), responsável por determinar a abertura de inquérito policial contra 59 feirantes.

De prato preferido da comunidade, o frango caipira virou uma espécie de “vilão” e pode desfalcar a mesa do barra-garcense porque terá que ser inspecionado, e a Prefeitura Municipal ainda não tem o Serviço de Inspeção Municipal(SIM). Os feirantes estão temerosos que a ave suma da feira parecido com o que aconteceu com a coalhada.

Segundo os proprietários de bares, a coalhada mais saborosa é feita com leite in natura, ou cru, que está proibido na cidade e desempregou vários leiteiros na região. As reclamações pegaram também o pequi por causa do pano sujo usado por alguns feirantes e gariroba exposta no chão.

Apesar das reclamações de feirantes e alguns consumidores, o promotor Marcos Brant Gambier Costa disse que não se arrepende da ação movida por ele em função das irregularidades de manuseio e higienização de alimentos na feira. Porém,  ele acredita que o problema será sanado com o tempo e o frango caipira deverá continuar sendo vendido.

O promotor explicou que audiência realizada nesta quinta-feira (10) teve o objetivo de orientar os feirantes e reivindicar da prefeitura melhorias no prédio da feira. “Nós queremos o mínimo de higiene dos feirantes que é direito do consumidor” argumentou. Segundo Brant, a Vigilância apresentou fotos de carne carregada em carrocinhas, alimentos expostos no chão e menores trabalhando no local.

O relatório mostra também o uso de litros enferrujados para medir os alimentos e cozidos expostos sem tampa. Contudo, o delegado alertou que mesmo com a audiência os feirantes vão ter que comparecer na delegacia para responder criminalmente pelas condições da feira, conforme anunciou o delegado Adilson Gonçalves.

O promotor rebateu as críticas de que esteja com perseguição aos feirantes e informou que o prefeito de Barra do Garças, Wanderlei Farias, também foi notificado para instalar pias, balcões e reformar banheiros e rampas de acesso da feira.

O vereador Sávio Carvalho (PDT) anunciou a aquisição dos balcões e pias e a construção de matadouro público de pequenos animais como porcos, frangos e carneiros.

O vereador Odorico Kiko (PT) lembrou que a prefeitura poderia ter feito isso no ano passado quando ele apresentou o mesmo projeto do matadouro e foi rejeitado pelos vereadores. O petista pediu que a prefeitura adquira também as bancas para os feirantes.

Sobre a continuidade do frango caipira na feira dependerá do SIM que pode demorar porque a prefeitura ainda criou esse serviço. E com isso o franguinho corre o sério risco de ficar fora do cardápio do povão como vem acontecendo com a coalhada.

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