Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Logística

Malha feroviária em foco

XX Fórum ABAG discute investimentos para sistema ferroviário em São Paulo. Transporte é considerado bastante eficiente.

Para discutir a competitividade do sistema ferroviário brasileiro, a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja) realizaram na manhã de sexta-feira (25) o XX Fórum ABAG, em São Paulo (SP).
   
Todos reconhecem a competência do agronegócio brasileiro dentro da porteira e a importação cada vez maior de outros países pelos produtos nacionais (alimentos, fibras e biomassa). Uma das questões prioritárias e de maior interesse das cadeias produtivas hoje é transporte, para competir com mais força nos mercados internacionais.
   
O consultor para logística de transportes da CNA – Confederação Nacional de Agricultura, Luiz Antonio Fayet defendeu a revisão dos contratos de concessão, aproveitamento de linhas inoperantes, a revisão das tabelas referenciais de preços de fretes e o código de direito dos usuários. “O colapso portuário é hoje a situação mais dramática. Para amenizar o problema precisaríamos investir 30 bilhões de dólares até 2020”, disse Fayet. “Tivemos melhorias depois da privatização da Rede Ferroviária Federal, de acordo com a Lei Federal n 11.483, de 31 de maio de 2007. Mesmo assim, ainda continua baixa a disponibilidade de rotas, de vagões e de equipamentos”.
   
De acordo com Bernardo Figueiredo, da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), que regula o setor ferroviário, a agência irá editar três resoluções para alterar regras de setor e rever de forma emergencial as tabelas de preços máximos. Em razão de baixos investimentos na via permanente e de uma estrutura regulatória inadequada, o transporte ferroviário apresenta desempenho muito aquém da necessidade do agronegócio e do País. Consultas públicas recentes do órgão poderão estimular a concorrência e reverter esta situação.
   
“A ineficiência no transporte prejudica drasticamente o escoamento da produção e principalmente a rentabilidade do produtor. O seu custo logístico não consegue ser repassado para os elos à jusante da cadeia produtiva. Não aproveitamos para explorar mais e melhor os modelos em cima das ferrovias e hidrovias. O modal ferroviário é o mais recomendável para as nações de dimensões continentais, como o Brasil. É o que fazem estrategicamente os Estados Unidos, Canadá e Rússia”, destacou Carlo Lovatelli, presidente da Abag.

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