Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Logística

Malha feroviária em foco

XX Fórum ABAG discute investimentos para sistema ferroviário em São Paulo. Transporte é considerado bastante eficiente.

Para discutir a competitividade do sistema ferroviário brasileiro, a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja) realizaram na manhã de sexta-feira (25) o XX Fórum ABAG, em São Paulo (SP).
   
Todos reconhecem a competência do agronegócio brasileiro dentro da porteira e a importação cada vez maior de outros países pelos produtos nacionais (alimentos, fibras e biomassa). Uma das questões prioritárias e de maior interesse das cadeias produtivas hoje é transporte, para competir com mais força nos mercados internacionais.
   
O consultor para logística de transportes da CNA – Confederação Nacional de Agricultura, Luiz Antonio Fayet defendeu a revisão dos contratos de concessão, aproveitamento de linhas inoperantes, a revisão das tabelas referenciais de preços de fretes e o código de direito dos usuários. “O colapso portuário é hoje a situação mais dramática. Para amenizar o problema precisaríamos investir 30 bilhões de dólares até 2020”, disse Fayet. “Tivemos melhorias depois da privatização da Rede Ferroviária Federal, de acordo com a Lei Federal n 11.483, de 31 de maio de 2007. Mesmo assim, ainda continua baixa a disponibilidade de rotas, de vagões e de equipamentos”.
   
De acordo com Bernardo Figueiredo, da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), que regula o setor ferroviário, a agência irá editar três resoluções para alterar regras de setor e rever de forma emergencial as tabelas de preços máximos. Em razão de baixos investimentos na via permanente e de uma estrutura regulatória inadequada, o transporte ferroviário apresenta desempenho muito aquém da necessidade do agronegócio e do País. Consultas públicas recentes do órgão poderão estimular a concorrência e reverter esta situação.
   
“A ineficiência no transporte prejudica drasticamente o escoamento da produção e principalmente a rentabilidade do produtor. O seu custo logístico não consegue ser repassado para os elos à jusante da cadeia produtiva. Não aproveitamos para explorar mais e melhor os modelos em cima das ferrovias e hidrovias. O modal ferroviário é o mais recomendável para as nações de dimensões continentais, como o Brasil. É o que fazem estrategicamente os Estados Unidos, Canadá e Rússia”, destacou Carlo Lovatelli, presidente da Abag.

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