Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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AveSui 2013

AveSui: Compartilhar experiência norte-americana no controle de qualidade na produção é destaque de paineis de avicultura e suinocultura

Foco na qualidade da ração é destaque.

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AveSui: Compartilhar experiência norte-americana no controle de qualidade na produção é destaque de paineis de avicultura e suinocultura

Nos últimos paineis da AveSui 2013, o destaque foi a experiência norte-americana na evolução da produção e no desenvolvimento genético e os cuidados necessários para produzir uma ração de qualidade. No painel de avicultura, o gerente técnico da Agroceres Leandro Hackenhaar abordou a importância de estabelecer controles de qualidade na produção. “Se receber uma soja ou um milho de má qualidade tem que devolver. Não adianta compensar com aditivos depois. Ele enfoca a necessidade e a importância da prevenção: “aplicar protocolos de biossegurança é sempre mais barato”, define.
 

No início do painel de suinocultura, a Birchwood Genetics, dos EUA, apresentou as tendências para o desenvolvimento genético, como a inseminção pós-cervical, a utilização cada vez menor de células e doses para cada aplicação e a preservação criogênica do sêmen. O diretor técnico da Agroceres PIC, José Henrique Piva, aproveitou as novidades apresentadas pela empresa americana para comparar o mercado brasileiro ao dos EUA e como a importância do bem-estar animal e os avanços genéticos mudaram o perfil de produção naquele país. “Produzir suínos é uma ciência mas também é uma arte. Bem tratado, o animal melhora seu potencial produtivo e para isso é fundamental dar treinamentos para os funcionários. Nos EUA, a rotatividade caiu bastante, para 30% ao ano na linha de produção e a atividade está um pouco menos nas mãos de famílias e mais nas de grandes empresas”, explica. Nas últimas décadas, os Estados Unidos reduziram o número de matrizes (hoje em 45 milhões) mas ampliaram o volume de abates (60 milhões/ano), fruto das melhorias genéticas e da otimização da produção. “O mercado americano deixou de ser importador para ser exportador, atendendo hoje países como Japão, China e Coreia do Sul”, disse Piva.

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