Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 149,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 155,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 140,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.563,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.503,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Aurora reajusta preço do suíno vivo ao produtor rural

O preço básico pago aos criadores passou de R$ 2,90 a R$ 3,00 o quilograma de suíno em pé.

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Aurora reajusta preço do suíno vivo ao produtor rural

Reajuste de 3,5% na remuneração do criador de suíno – concedido nesta semana pela Cooperativa Central Aurora Alimentos – anima a cadeia produtiva da suinocultura industrial em Santa Catarina. O preço básico pago aos criadores passou de R$ 2,90 a R$ 3,00 o quilograma de suíno em pé, valor ao qual se acrescenta o índice de qualidade da carcaça pelo critério da tipificação, elevando o preço a até R$ 3,30.
Em razão de ser a maior processadora de suínos, a Aurora influencia e baliza o mercado catarinense e sulbrasileiro. Desde o ano passado, o mercado de suínos se mantém equilibrado, sem aumento de oferta nem em peso total, nem em número de cabeças. Também não há excesso de suínos no mercado “spot” e as indústrias frigoríficas em geral não estão estocadas.
O reajuste desta semana, de acordo com o vice-presidente Neivor Canton, dá fôlego aos criadores para cobrir o aumento nos custos de produção. Ele lembra que, se de um lado, a alta do dólar facilita as exportações brasileiras de carne, de outro aumenta os custos, pois os insumos (farelo de soja, milho e outros ingredientes da nutrição animal) são cotados em dólar.
Canton observa que a reabertura das exportações de aves e suínos para a Rússia, que voltou a ser o maior comprador da carne brasileira, aqueceu inicialmente o mercado, mas os embarques para aquele país foram abaixo do esperado para agosto.
Novos reajustes aos suinocultores estão tradicionalmente previstos para o último trimestre do ano, mas, para isso ocorrer, as vendas externas e internas precisam crescer, antecipa o vice-presidente da Aurora.
 “Temos que ter ciência que o mercado está ajustado; não podemos produzir em excesso. Essa situação de equilíbrio deve-se ao alojamento de matrizes de acordo com a demanda industrial planejada, o que evita episódios de excesso de oferta de suínos em pé, geralmente seguidos de crise de preços e posterior escassez dessa matéria-prima. Outro fator que influencia é o elevado preço da carne bovina no mercado brasileiro, o que estimula o consumo das outras carnes”, expõe o dirigente.

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