Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Aurora reajusta preço do suíno vivo ao produtor rural

O preço básico pago aos criadores passou de R$ 2,90 a R$ 3,00 o quilograma de suíno em pé.

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Aurora reajusta preço do suíno vivo ao produtor rural

Reajuste de 3,5% na remuneração do criador de suíno – concedido nesta semana pela Cooperativa Central Aurora Alimentos – anima a cadeia produtiva da suinocultura industrial em Santa Catarina. O preço básico pago aos criadores passou de R$ 2,90 a R$ 3,00 o quilograma de suíno em pé, valor ao qual se acrescenta o índice de qualidade da carcaça pelo critério da tipificação, elevando o preço a até R$ 3,30.
Em razão de ser a maior processadora de suínos, a Aurora influencia e baliza o mercado catarinense e sulbrasileiro. Desde o ano passado, o mercado de suínos se mantém equilibrado, sem aumento de oferta nem em peso total, nem em número de cabeças. Também não há excesso de suínos no mercado “spot” e as indústrias frigoríficas em geral não estão estocadas.
O reajuste desta semana, de acordo com o vice-presidente Neivor Canton, dá fôlego aos criadores para cobrir o aumento nos custos de produção. Ele lembra que, se de um lado, a alta do dólar facilita as exportações brasileiras de carne, de outro aumenta os custos, pois os insumos (farelo de soja, milho e outros ingredientes da nutrição animal) são cotados em dólar.
Canton observa que a reabertura das exportações de aves e suínos para a Rússia, que voltou a ser o maior comprador da carne brasileira, aqueceu inicialmente o mercado, mas os embarques para aquele país foram abaixo do esperado para agosto.
Novos reajustes aos suinocultores estão tradicionalmente previstos para o último trimestre do ano, mas, para isso ocorrer, as vendas externas e internas precisam crescer, antecipa o vice-presidente da Aurora.
 “Temos que ter ciência que o mercado está ajustado; não podemos produzir em excesso. Essa situação de equilíbrio deve-se ao alojamento de matrizes de acordo com a demanda industrial planejada, o que evita episódios de excesso de oferta de suínos em pé, geralmente seguidos de crise de preços e posterior escassez dessa matéria-prima. Outro fator que influencia é o elevado preço da carne bovina no mercado brasileiro, o que estimula o consumo das outras carnes”, expõe o dirigente.

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