Ministério da agricultura do país afirma que casos se restringem a menos de 1% dos quase 3.000 vilarejos que registraram surtos desde 2019
Filipinas declara que casos de PSA estão diminuindo

O ministério da agricultura das Filipinas disse na quinta-feira que os casos ativos de peste suína africana estão diminuindo e se restringem a menos de 1% dos quase 3.000 vilarejos que registraram surtos desde que os primeiros casos foram detectados em 2019.
A queda nas infecções e um programa de repovoamento de suínos financiado pelo governo colocaram o país do sudeste asiático no caminho para ser capaz de produzir um excedente doméstico de carne a partir de 2023, disse o ministério.
As Filipinas, o sétimo maior importador de carne suína do mundo antes que a demanda local fosse atingida pela pandemia, foram duramente atingidas por esses surtos e forçadas a aumentar a importação de carne suína para lidar com uma escassez doméstica aguda e moderar a inflação de alimentos.
Leia também no Agrimídia:
- •Alibem exporta carne suína para mais de 40 países e comercializa 160 mil toneladas por ano
- •Perfil do consumidor brasileiro muda em 2026 e exige novas estratégias do varejo
- •Europa conscientiza população e produtores: workshops gratuitos para prevenção da Peste Suína Africana
- •Vendas de carne nos EUA atingem recorde histórico de US$ 112 bilhões impulsionadas pelas gerações Millennials e Z
“(Os casos ativos estão) diminuindo e confinados agora a apenas 22 aldeias”, disse o porta-voz do ministério, Noel Reyes, em uma coletiva de imprensa.
O número de amostras positivas em agosto foi o menor dos últimos 12 meses, mostraram dados do governo.
O governo lançou um programa de 29,6 bilhões de pesos (US $ 586 milhões) para aumentar a produção local de suínos com foco no repovoamento de suínos, estendendo a assistência financeira aos criadores de suínos e fortalecendo a biossegurança para controlar a propagação do vírus.





















