Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 71,06 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,68 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,78 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,40 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 148,07 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,52 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,52 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.359,38 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Aprovada a importação de milho targentino transgênico

O Conselho Nacional de Biossegurança autorizou, em sua primeira reunião, nesta sexta, 27, a importação de 400 mil toneladas de milho geneticamente modificado, das marcas CRY1ab e CRY1ac.

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Da Redação 30/05/2005 – O Conselho Nacional de Biossegurança autorizou, em sua primeira reunião, nesta sexta, 27, a importação de 400 mil toneladas de milho geneticamente modificado, das marcas CRY1ab e CRY1ac, pela Associação de Avicultores de Pernambuco.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tinham autorizado a entrada do milho, de procedência argentina, no país. O conselho proibiu a importação do milho NK 603, produto procurado por algumas empresas brasileiras.

Outra decisão do Conselho foi autorizar a comercialização de produtos transgênicos semelhantes a outros liberados pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). Antes, com a liberação da CTNBio, setores do agronegócio não precisavam enfrentar processos longos para garantir a venda dos produtos. O Conselho se reunirá novamente daqui a 60 dias, para discutir a regulamentação da Lei de Biossegurança, que instituiu o conselho e a CTNBio. As informações são do sub-chefe adjunto de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais, da Casa Civil, Johaness Eck.

O Conselho Nacional de Biossegurança é formado por 12 ministros e vai administrar as decisões do governo sobre biotecnologia. O conselho também terá a palavra final sobre a liberação do comércio de produtos transgênicos caso os órgãos de defesa sanitária ou ambiental discordem do aval da Comissão Tecnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). O Conselho foi instituído pela Lei de Biossegurança.

O grupo não terá prazo determinado para julgar os eventuais recursos apresentados pela Anvisa ou pelo Ibama. A alteração na Lei de Biossegurança foi proposta na Câmara dos Deputados para contornar as insatisfações dos ambientalistas, que não aceitavam o poder dado à CTNBio para definir a utilização ou não de sementes transgênicas para pesquisa, plantio e comercialização. A CTNBio ainda é responsável pelos pareceres para a pesquisa e o plantio com fins de estudos de sementes geneticamente modificadas. No caso de pareceres conflituosos entre o Ibama e a CTNBio, caberá ao Conselho Nacional de Biossegurança decidir qual posição deve ser acatada.

O conselho será composto pelos ministros da Casa Civil, da Secretaria de Comunicação do Governo e Gestão Estratégica, da Ciência e Tecnologia, do Desenvolvimento Agrário, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, da Justiça, da Saúde, de Segurança Alimentar e Combate à Fome, do Meio Ambiente, das Relações Exteriores, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e pelo Secretário Especial de Aqüicultura e Pesca.

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