Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,20 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,05 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,27 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,98 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,64 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,79 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,78 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,81 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.249,19 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.089,90 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 227,84 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,95 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 187,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 200,57 / cx

MT perde R$ 3 bilhões

Só na região Sul do Estado os prejuízos chegaram a R$ 733 milhões no último ano, segundo pesquisa do IBGE.

Compartilhar essa notícia

Redação (12/02/07) – Três bilhões de reais. Esse pode ter sido o montante das perdas de Mato Grosso no ano passado por causa da proibição do uso de Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). A estimativa considera culturas como soja, algodão e milho. Só na região Sul do Estado as perdas atingiram R$ 733 milhões, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No algodão, onde há restrições para a utilização de sementes transgênicas, as aplicações de inseticidas poderiam ser reduzidas em até 12 vezes, com a produção aumentando entre 20% e 30%, de acordo dom estudos do doutor em Fitopatologia, José Roberto de Menezes. O problema com as lagartas também poderia ser reduzido em até 50% e, no caso do milho, 70%.

A redução de uso dos herbicidas residuais diminui o uso de fertilizantes, possibilita a rotação de culturas, melhora o desempenho das culturas seqüenciais e viabiliza a integração agricultura pecuária, aponta o pesquisador.

O coordenador da Área de Biotecnologia e Pesquisa da Asssociação Mato-grossense de Produtores de Algodão (Ampa), Álvaro Salles, lembrou que o grande beneficiado da biotecnologia será o meio ambiente. A biotecnologia vai propiciar facilidades de manejo e estimular a cultura do algodão em nosso Estado, disse ele.

Segundo o engenheiro agrônomo e mestre em Economia Agrícola pela Universidade Federal de Uberlândia, Leonardo Sologuren, o volume de recursos que deixou de entrar no bolso dos produtores devido à não utilização plena da biotecnologia foi significativo.

Podemos avaliar que Mato Grosso, por ser o maior Estado agrícola brasileiro, foi o mais prejudicado com o atraso da aplicação da biotecnologia, afirmou Leonardo.

Para ele, o principal benefício da biotecnologia é a redução de até 15% nos custos de produção pela menor aplicação de herbicidas e, consequentemente, menor uso de máquinas agrícola e facilidades de manejo das lavouras.

A empresa de consultoria Céleres, com base no crescimento dos outros países, faz uma estimativa de quanto poderia crescer a produção de transgênicos no país.

De acordo com o estudo, os produtores rurais acumularam na última década US$ 1,5 bilhão com o plantio e comercialização da soja geneticamente modificada. No entanto, os benefícios poderiam contabilizar os US$ 4,6 bilhões, se não fosse a demora na aprovação de projetos.

INDEFINIÇÃO – A produção de alimentos transgênicos no país e a pesquisa tecnológica poderiam ter avançado muito mais se não fosse a falta de definição jurídica sobre o tema, de acordo com o relatório da consultoria de empresas do agronegócio Céleres.

No estudo, encomendado pelo Conselho de Informações Sobre Biotecnologia (CIB), a empresa compara dados dos três maiores produtores mundiais de transgênicos: pela ordem, Estados Unidos, Argentina e Brasil. A produção, segundo a empresa, segue mais ou menos igual nos três países até 1997. A partir deste ano, a produção dos outros dois países dispara na frente do Brasil.

Na avaliação da Céleres, a produção brasileira cresceu menos por falta de definição legal. “Em conseqüência do vazio jurídico, a pesquisa ficou parada no Brasil. Enquanto que em outros países a pesquisa avançou, aqui ela ficou praticamente travada por dez anos, disse o autor da pesquisa e conselheiro da CIB, Anderson Galvão.

Assuntos Relacionados
grãosinsumosmilhosoja
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 71,20
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 121,05
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 127,27
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,13
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,98
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,76
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,65
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,64
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,79
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 183,01
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 200,46
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 207,88
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 223,39
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 174,01
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 201,78
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 6,81
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 6,87
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.249,19
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.089,90
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 227,84
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 196,95
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 187,56
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 200,57
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341