Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Milho transgênico motiva nova batalha jurídica

A Justiça Federal do Paraná decidiu ontem suspender a liberação comercial do milho geneticamente modificado “Liberty Link”, produzido pela multinacional Bayer CropScience.

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Redação (19/06/07) – Em medida liminar, a juíza substituta da Vara Ambiental, Pepita Durski Mazini, também proibiu a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) de deliberar sobre novos pedidos de aprovação de outros tipos de milho transgênico. A reunião mensal do colegiado, que começa hoje, prevê a análise de outros dois tipos de milho transgênico das multinacionais Monsanto e Syngenta. 

Em 16 de maio, a CTNBio aprovou o produto transgênico da Bayer para uso comercial, com a condição de que fossem realizados estudos de monitoramento pós-colheita e de coexistência com variedades convencionais de milho. Por 17 votos a quatro, o colegiado concluiu que o milho tolerante a herbicidas à base de glufosinato de amônio não apresentava evidências de ameaça à saúde humana, animal ou ao meio ambiente. 

A pedido de quatro ONGs, protocolado na tarde da última sexta-feira, a juíza do Paraná determinou a intimação da Advocacia-Geral da União (AGU) para apresentar, no prazo de 72 horas, os argumentos em favor da liberação comercial tomada pela CTNBio. "A decisão da CTNBio é ilegal porque as medidas de biossegurança devem ser explicitadas com antecedência, o que não ocorreu", diz a advogada Maria Rita Reis, que representa a Terra de Direitos, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a ASPTA e a Associação Nacional de Pequenos Agricultores (ANPA). "Eles liberaram sem normas de monitoramento e coexistência". 

A polêmica decisão do colegiado, tomada após nove anos de discussões, também havia vinculado o registro da nova variedade à apreciação do Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS), composto por 11 ministros de Estado. Antes de aprovar o milho "Liberty Link", a comissão já havia permitido a comercialização no país da soja transgênica "Roundup Ready" (1998) e do algodão "Bollgard" (2003), ambos da multinacional Monsanto. 

A liminar da Justiça Federal sobre o milho parece ser apenas o primeiro lance de uma nova batalha judicial em torno da liberação comercial de transgênicos, assim como ocorreu no caso da soja da Monsanto. O Ministério Público Federal já avisou que também entrará na Justiça com ações semelhantes. 

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