Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,58 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,42 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,31 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,53 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,86 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,43 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 172,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 192,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 164,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 188,97 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.286,52 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,90 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,92 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 172,37 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 163,38 / cx
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Para a FAO, cotações de grãos não devem subir

O declínio da produção será compensado pela elevação dos estoques mundiais, de acordo com a FAO.

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Embora a previsão seja de queda da produção mundial de cereais na safra 2008/09, esse recuo dificilmente causará altas dos preços dos alimentos. Segundo avaliação da Agência das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), o declínio da produção será compensado pela elevação dos estoques mundiais, que foi possível com a colheita recorde na temporada 2007/08.

A crise econômica global deverá ser outro fator a estancar a disparada dos preços, avalia a FAO. De acordo com a agência, a difícil situação da economia poderá “pesar negativamente na demanda por cereais, por alimentação animal e biocombustíveis, resultando em maior oferta [de alimentos] e preços mais reduzidos nos mercados mundiais”.

A safra mundial de cereais na temporada 2008/09 é estimada em 2,217 bilhões de toneladas, volume que, se confirmado, será o segundo maior da história. Ainda assim, ele deverá ser menor que o da safra 2007/08, que tende a terminar com uma produção global de 2,289 bilhões de toneladas.

Em termos percentuais, a América do Sul deverá ter a maior queda na produção de grãos na temporada 2008/09. Caso a estimativa de uma produção de 120,6 milhões de toneladas se confirme, o recuo será de 10,9% em comparação com a safra anterior. A perda, de quase 15 milhões de toneladas, ocorrerá em virtude de uma combinação de clima ruim e altos preços dos fertilizantes, que fizeram com que o uso do insumo fosse diminuído, diz a FAO.

No mundo, a cultura com maior diminuição na produção deverá ser o trigo. A colheita deverá atingir 655 milhões de toneladas, um decréscimo de 4,9% em comparação com a temporada anterior. O volume é, contudo, superior à média registrada nos últimos cinco anos. A baixa, avalia a FAO, deverá ocorrer em virtude da forte redução da área de plantio nos países desenvolvidos, motivada, por sua vez, pela queda da cotação internacional do cereal.

A produção de milho deverá ser de 1,1 bilhão de toneladas, ou 3,7% a menos que o recorde de 2007/08. O resultado é atribuído principalmente à queda de 40% na Argentina e de 16% no Brasil.

O arroz, por sua vez, poderá ter produção 0,7% maior que no ciclo passado. Graças a preços subsidiados em vários paises, o consumo de arroz pode crescer rapidamente, para 449 milhões de toneladas. Os estoques mundiais vão crescer bem mais do que previsto anteriormente, devendo fechar a safra com 531 milhões de toneladas.

As cotações de trigo e arroz caíram desde março, mas a agência diz que os preços de cereais nos países em desenvolvimento continuam “muito elevados”. O comércio internacional continuará em queda, acredita a FAO, apesar de os países em desenvolvimento terem sido responsáveis pela alta das compras de cereais.

Os países pobres diminuíram as importações de alimentos, mas essa redução e os subsídios mantiveram os preços elevados nesses países. A agência afirma que 32 países estão em situação de urgência alimentar, apesar da produção elevada. Isso significa, avalia a FAO, que a crise alimentar é provocada pela desigualdade de renda, e não por falta de produção agrícola.

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