Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 64,54 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,74 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,71 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,30 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,68 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,82 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 4,97 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 162,35 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 167,31 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 182,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 185,94 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 154,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 175,22 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,04 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.370,28 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.321,60 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 181,19 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 154,92 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 157,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 174,09 / cx
Destaque Todas Páginas
Insumos

Indústria teme febre do milho transgênico

Safrinha tem estimativa de 30% de área ocupada pelas variedades geneticamente modificadas.

Compartilhar essa notícia

Para o mercado de grãos não-transgênicos, o uso de sementes de milho geneticamente modificadas passou de ameaça constante para realidade na safra 2008/09, quando seu plantio passou a ser autorizado no Brasil. Como o uso dos transgênicos já é fato consumado, as empresas que exploram o filão da não-transgenia preocupam-se não mais com a autorização, mas com a velocidade com que a tecnologia será adotada no país.

Os levantamentos ainda não são taxativos, mas mostram a velocidade de adoção que tanto preocupa as companhias que exploram um mercado de grande aceitação, por exemplo, na Europa e no Japão. A consultoria Agroconsult atestou a presença de milho transgênico em apenas 1,5% da área ocupada pelas lavouras do grão na safra de verão – que, segundo o levantamento mais recente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), totalizou 9,2 milhões de hectares.

Para a safrinha, a estimativa já era de 30% de área ocupada pelas variedades geneticamente modificadas. Segundo o relatório mais recente da Conab, apresentado em maio, a safrinha de milho ocupará 4,8 milhões de hectares no país. Estimativa semelhante para a área de milho safrinha com transgênicos é feita pela Associação Brasileira dos Produtores de Grãos Não-Geneticamente Modificados (Abrange).

“A velocidade de adoção da soja transgênica foi muito grande. No milho, o que preocupa é que essa rapidez parece que vai ser ainda maior”, diz Ricardo Souza, secretário-executivo da Abrange. “Temos feito um trabalho para mostrar que o transgênico como uma ferramenta a mais para o produtor, e não como um fim em si. O Brasil ainda é o único país com excedente de não-transgênico para exportar. Na Argentina e nos Estados Unidos não existe mais oferta. Com o não-transgênico, o Brasil ganhou mercados que não tinha”.

Projeções de mercado, entre elas a da própria Abrange, falam que a área dedicada ao milho geneticamente modificado pode chegar a até 70% já na temporada 2009/10. Preocupação adicional do setor ocorre em função de relatos de que compradores de grãos já têm tratado transgênicos e não-transgênicos sem diferenciação. Caso, por exemplo, da cooperativa goiana Comigo, de acordo com o dirigente. “Qualquer milho que entra no pátio já tem sido automaticamente considerado transgênico”, afirma Ivan Paghi, gerente técnico da entidade.

Na época da liberação da transgenia na soja, imbróglio semelhante ocorreu. A soja convencional conseguiu abrir flancos e se sustentar, entre outros motivos, porque as exportações brasileiras do grão estão em estágio bem mais desenvolvido. A oleaginosa é o principal produto na pauta de exportações do agronegócio brasileiro. O milho, por sua vez, até hoje não conseguiu manter constância nos embarques. No Brasil, a cultura sofre ainda com baixa produtividade em comparação com a obtida em outros países.

A soja convencional conseguiu ainda criar “bolsões” de produção – caso, por exemplo, da região de Campo Novo do Parecis (MT), onde cerca de 80% da terra ocupada pelas lavouras do grão é de não-transgênicos, segundo a Abrange.

Assuntos Relacionados milho
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 64,54
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 123,94
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 128,74
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,71
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,30
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,60
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,68
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 4,82
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 4,97
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 162,35
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 167,31
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 182,83
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 185,94
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 154,13
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 175,22
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,03
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,04
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.370,28
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.321,60
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 181,19
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 154,92
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 157,24
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 174,09
    cx

Relacionados

SI – Edição 329
AI – 1343
SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327