Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Legislação

Nova norma no milho

Governo atualiza legislação de classificação do milho em relação aos avanços na produção do cereal e no beneficiamento.

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O governo federal modificará as regras de classificação do milho, em vigor desde 1975. Além de atualizar a legislação em relação aos avanços na produção e no beneficiamento, as novas normas do Regulamento Técnico do Milho aumentam o rigor na classificação, que determina o preço ao produtor em operações de venda à indústria alimentícia, ao poder público e nas exportações. O milho será classificado em três tipos, de acordo com qualidade e limites de tolerância de grãos quebrados, matérias estranhas e impurezas. O texto da instrução normativa está em consulta pública até 7 de julho e prevê restrições à importação de milho de baixa qualidade. Normas para soja, feijão e arroz já foram reformuladas.

Exigências de identidade e qualidade foram definidas em função do uso, consistência, formato, tamanho, coloração e limites de tolerância. “Os percentuais serão mais rígidos. Isso irá gerar aumento de custo de colheita e limpeza por parte do produtor. Mas haverá qualificação e melhor aproveitamento na indústria, que busca mais grãos inteiros”, explica o coordenador-geral de Qualidade Vegetal da Secretaria de Defesa Agropecuária, Fernando Penariol. Segundo a proposta, produtos desclassificados pela presença de insetos vivos, sementes tóxicas tratadas e outros agentes serão guardados como prova em caso de perícia.

Apesar de o texto ter sido elaborado em conjunto com a cadeia produtiva, Penariol prevê considerável recebimento de sugestões, tendo em vista pontos polêmicos como os níveis máximos de tolerância a impurezas e de grãos avariados. Antes mesmo de ler a versão final, o presidente executivo da Abramilho, João Carlos Werlang, reclama que o aumento do rigor pode ser desfavorável na negociação com a indústria. “Quando tem muito milho, as empresa arrocham na classificação, alegando problemas de qualidade.”

A Emater remeteu a normativa para as 40 unidades de classificação no Estado. Conforme o gerente de Classificação e Certificação, Edemar Streck, será avaliado o envio de sugestões ao texto.

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