União Europeia continua sendo contra a importação da oleaginosa geneticamente modificada, em especial para ração animal.
Sem soja transgênica

União Europeia continua sendo contra a importação de soja transgênica. Por isso, o sub-secretário de Agricultura do estado alemão da Baixa Saxônia, Friedrich-Otto Ripke, que vem ao Estado neste domingo liderando missão de empresários, aproveita para saber se o Brasil e o Rio Grande do Sul têm grande volume de soja não transgênica para fabricação de ração animal destinada ao consumo interno e exportação. Ele também quer saber as providências que podem ser tomadas para evitar a entrada de soja transgênica na Alemanha, uma vez que grande parte da exportação de soja brasileira é transgênica. Ripke fala à imprensa na quarta-feira.
Ração animal
A produção animal europeia consome por ano 470 milhões de toneladas de rações, dos quais 144 milhões provêm das indústrias, que movimentam 37 bilhões de euros. Em condições normais, a UE importa 35 milhões de toneladas de farelo de soja, volume que atende a 75% de suas necessidades de proteínas vegetais.
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