Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Dólar cai, commodities sobem

Dólar recua e puxa alta das commodities. Índice CRB, que representa produtos de energia, metais e agrícolas, subiu ontem (14/06) 1,59% e fechou a 259,98 pontos.

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A queda do dólar frente a uma cesta de outras moedas permitiu ganhos nos mercados de commodities ontem (14/06). Durante boa parte do dia, eles refletiram a notícia de que a produção industrial na zona do euro cresceu de forma surpreendente em abril (9,5% ante o mesmo mês do ano passado). O índice CRB, que representa produtos de energia, metais e agrícolas, subiu 1,59% e fechou a 259,98 pontos. As principais agrícolas, entre elas café e trigo, tiveram forte valorização.

Embora os ganhos tenham sido limitados em alguns mercados, nas commodities prevaleceu o sinal de que a economia global pode não estar tão mal. Os investidores aumentaram sua exposição ao risco, vendendo dólar e aplicando mais em commodities e ações. Além disso, a fraqueza do dólar torna matérias-primas mais baratas em outras moedas.

No caso do café, investidores deixaram de apostar na queda dos preços na bolsa de Nova York, já que o momento é de oferta apertada. Os lotes para entrega em julho saltaram 4,14%, fechando a 150,95 centavos de dólar por libra-peso. Foi a quinta sessão de alta consecutiva.

Em Chicago, o trigo liderou a valorização. Previsões de que a safra do Canadá pode ser pequena animaram os Estados Unidos, pois os dois países competem na exportação. O contrato julho subiu 2,44% e fechou a US$ 4,5150 por bushel.

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