Tratamento de sementes e utilização de híbridos resistentes podem diminuir problemas na lavoura de milho.
Controle da safrinha de milho

Uma das grandes preocupações dos produtores de milho safrinha é a incidência de doenças que atacam a lavoura, principalmente as doenças foliares, principais inimigas do grão. De acordo com a fitopatologista da Coodetec Tatiane Dalla Nora, as principais doenças foliares que ocorrem na época do milho são a Mancha-de-cercospora, a Mancha Branca, a Ferrugem Comum e, em algumas regiões, a Ferrugem Polissora.
“Fora as doenças foliares, toda área que planta milho, principalmente em monocultura, sofre ocorrência, em maior ou menor intensidade, das Podridões de Colmo e das podridões de espiga, causadas por diferentes fungos”, afirma Tatiane.
Segundo a fitopatologista, as doenças podem lesar diversos fatores que contribuem para o rendimento do milho. O principal deles é a disponibilidade hídrica. Além disso, pode ocorrer uma diminuição do potencial produtivo e da fertilidade do solo.
“As doenças contribuem negativamente inutilizando a atividade foliar das plantas ou destruindo raízes, impedindo assim a absorção de água e nutrientes”, explica Dalla Nora.
Tatiane diz que o dano que a doença pode causar depende da época na qual se instala na planta, além da condição do ambiente e da suscetibilidade ou resistência do híbrido. Já as técnicas de manejo que podem prevenir as doenças, não são muito diferentes das usadas em outras culturas.
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“O manejo de doenças em milho não está baseado em apenas uma medida, mas sim em um conjunto de medidas. Entre elas, está o tratamento adequado de sementes, uma boa população de plantas, a prática de rotação de culturas, a utilização de híbridos com mais resistência e o controle químico através da aplicação de fungicidas”, orienta a fitopatologista.
Para mais informações sobre as principais doenças do milho safrinha, basta entrar em contato com a Coodetec através do número (45) 3321-3536.























