Clima impulsiona custo do insumo na maioria das regiões produtoras e consumidoras do Brasil. No mercado externo, atenções estão voltadas aos EUA.
Alta do milho

As cotações do milho voltaram a registrar ligeiras altas na maioria das regiões produtoras e consumidoras do Brasil, de acordo com pesquisas do Centro de Estudos e Pesquisa em Economia Aplicada (Cepea). A sustentação vem de preocupações com o clima no País e também do aquecimento da demanda mundial. A retomada da procura pelo produto foi favorecida pelas baixas nos preços observadas nas últimas semanas.
Com a colheita de verão caminhando para o seu final, compradores acreditam que é um momento oportuno para fazerem novas aquisições, especialmente devido às preocupações com o desenvolvimento das lavouras de segunda safra (safrinha).
Além disso, as vendas antecipadas ao mercado externo (para entrega no segundo semestre) também seguem firmes, o que pode reduzir a disponibilidade do produto no mercado físico brasileiro. Em relação aos preços, de 16 a 23 de maio, o Indicador Esalq/BM&F Bovespa (Campinas-SP; valores a prazo são convertidos para à vista pela taxa de desconto CDI) subiu 1,62%, fechando a R$ 28,88/saca de 60 kg na última segunda-feira.
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Se considerada a taxa de desconto NPR, na região de Campinas o preço médio à vista foi de R$ 28,41 a saca de 60 quilos na segunda-feira, alta de 1,76% no comparativo com a segunda-feira anterior.
No mercado externo, as atenções estão voltadas ao avanço do cultivo nos Estados Unidos, que está bem atrasado em relação ao observado nos anos anteriores devido as chuvas. Como em termos mundiais os estoques são baixos e a estimativa é de oferta e demanda bem ajustadas para a safra 2011/12, a possibilidade de redução na área plantada tem elevado os preços do milho.























