A alta incidência de pragas e doenças nas lavouras, em especial a Helicoverpa armigera, é um dos principais temores dos produtores rurais brasileiros.
Helicoverpa armigera faz produtor investir mais

A alta incidência de pragas e doenças nas lavouras, em especial a Helicoverpa armigera, é um dos principais temores dos produtores rurais brasileiros. É o que aponta o Índice de Confiança do Agronegócio, IC Agro, uma iniciativa da FIESP e Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), com apoio da Associação Nacional de Defesa Vegetal (ANDEF) e da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
Lançado no último dia 24, o IC Agro apontou as pragas como um dos maiores problemas na atual safra, com 32% dos entrevistados. Apenas fatores fora do controle dos produtores, como o clima (46%) e o preço de seus produtos na hora da venda (38%), assustam mais.
Em consequência, quase 63% dos produtores rurais brasileiros disseram que vão investir mais no controle sanitário e combate às pragas. “Quanto maior o sucesso da propriedade agrícola, mais o produtor toma consciência da necessidade de investir em tecnologia, especialmente, na proteção das plantas, para garantir a sustentabilidade e a rentabilidade do seu negócio”, afirmou Eduardo Daher, diretor-executivo da Andef, durante a apresentação do índice.
Leia também no Agrimídia:
- •Boehringer Ingelheim reúne especialistas da suinocultura para debater sobre salmonelose
- •Crise global, diesel em alta e risco de efeito cascata pressionam suinocultura, alerta governo
- •Alta do milho derruba poder de compra do suinocultor pelo 6º mês seguido
- •Reino Unido inicia ensaio inédito com vacinas contra Influenza Aviária em perus
O objetivo principal do Índice de Confiança do Agronegócio é medir, trimestralmente, as expectativas de agentes como a indústria de insumos, cooperativas, produtores, indústrias de alimentos, sistema financeiro e distribuidores em relação ao negócio (custos, preços de venda e produtividade), a situação da economia brasileira, disponibilidade de crédito e expectativa de investimento. No quarto trimestre de 2013, o índice geral chegou a 104,5 (em uma escala de 0 a 200), apontando leve otimismo do setor para o ano de 2014.





















