Os preços do milho seguem crescendo, mas em ritmo menor.
Milho segue valorizado, mas altas são menores

Os preços do milho seguem crescendo, mas em ritmo menor. A desaceleração tem como base as cotações externas e o recuo do dólar frente ao Real desde a semana passada.A análise é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), divulgada nesta terça-feira (25/11).
Segundo o instituto, os preços têm como base as perspectivas sobre a próxima safra, que deve sofrer impactos devido à seca e ao atraso no plantio e colheita de soja. As chuvas voltaram na maioria das regiões produtoras, reduzindo preocupações quanto ao déficit hídrico.
Além disso, os estoques atuais ainda são recordes e apenas as exportações podem alterar esse cenário.
Leia também no Agrimídia:
- •Em evento, Governo se posiciona contra veto europeu à carne brasileira e articula reversão da medida
- •A importância da formação profissional na Base Operacional, por Ednilson Favaro
- •Suinocultura independente enfrenta prejuízos e aposta em recuperação no segundo semestre
- •Dinamarca propõe reforma ampla na suinocultura com foco ambiental e bem-estar animal
“O Indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), subiu mais 2,75% entre 17 e 24 de novembro, fechando a R$ 28,69/saca de 60 kg na segunda-feira. Se considerados os negócios também em Campinas, mas cujos prazos de pagamento são descontados pela taxa de desconto NPR, o preço médio à vista foi de R$ 28,21/sc de 60 kg na segunda, 24, com reação de 2,7% no mesmo período. Na parcial do mês (até o dia 24), as altas são de 9,46% e 9,34%, respectivamente”, finaliza o relatório do Cepea.























