Depois dos veranicos, a chuva é que se torna ameaça à safra de soja.
Chuva ameaça colheita em estados já atrasados
Depois dos veranicos, a chuva é que se torna ameaça à safra de soja, mostram as avaliações sobre o andamento da colheita. Isso porque há previsão de períodos de dois a seis dias de precipitações e a colheita está mais lenta do que no ano passado.
Segundo a França Júnior Consultoria, a colheita avançou 8 pontos em Mato Grosso, 5 no Paraná e 5,2 em âmbito nacional em uma semana. Em relação à mesma época de 2014, há um atraso de 6 (MT), 2 (PR) e 5,6 pontos (Brasil), aponta a empresa.
O país tem 85,4% da soja para colher. Na comparação com as médias dos últimos cinco anos, não há atraso na retirada da produção do campo, o que não reduz a preocupação com as chuvas, apontam os especialistas.
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Em plena colheita, deve chover até sábado em Sorriso (MT), Maracaju (MS) e Rio Verde (GO). Em Cascavel, o sol se firmará somente daqui seis dias. Uma frente fria mantém o tempo fechado e chuvoso em praticamente todo o Sudeste, Centro-Oeste, Norte e na região agrícola conhecida como Mapitoba (Maranhão, Piauí, Tocantins e oeste da Bahia), conforme a Somar Meteorologia.
À frente
27% da colheita foram concluídos em Mato Grosso do Sul, 24% em Mato Grosso e 23% no Paraná, os três estados que abriram o momento de colher a soja. Em âmbito nacional, as máquinas chegam agora aos 15%.





















