Controle de qualidade da carne suína irlandesa deve ser aprimorado após contaminação do produto por dioxinas.
Inspeção da carne irlandesa é criticada
Um relatório sobre a contaminação com dioxinas diagnosticado nos últimos 10 dias em suínos da Irlanda levou à conclusão que o sistema de inspeção não está funcionando corretamente e teve ser aprimorado.
O Comitê de Agricultura do país criticou o sistema de rastreabilidade em vigor desde dezembro de 2008. O relatório informou que se houvesse um sistema eficaz, a contaminação de suínos durante o processamento da carne seria evitada. O Comitê pretende criar um programa piloto para criar rastreabilidade plena sobre as fábricas.
A comissão solicitou a criação de um núcleo único de inspeção para alimentação, assim como para a alimentação animal. Ela afirma que deve haver inspeção rigorosa no momento do abate. “O Comitê lamenta a incapacidade para uma rastreabilidade eficaz, o governo irlandês acaba pagando para processadores de carne suína de outros países”, afirma Jhonny Brady, representante do Comitê.
Leia também no Agrimídia:
- •Alibem exporta carne suína para mais de 40 países e comercializa 160 mil toneladas por ano
- •Perfil do consumidor brasileiro muda em 2026 e exige novas estratégias do varejo
- •Europa conscientiza população e produtores: workshops gratuitos para prevenção da Peste Suína Africana
- •Vendas de carne nos EUA atingem recorde histórico de US$ 112 bilhões impulsionadas pelas gerações Millennials e Z
“Menos de 10% da carne suína foi infectada com dioxina, porém, devido à ausência de inspeção, o número poderia ter sido maior. É provével que isso custe ao contribuinte irlandês”, afirma Brady.
A Associação Irlandesa de Produtores está desapontada pela forma que o Comitê entrega seus produtos suínos. São os outros países os responsáveis pela embalagem e rotulação, portanto, podem enganar os consumidores.
* Com informações do Pig Progress





















